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quinta-feira, 11 de maio de 2017

PERFIL NUTRICIONAL - COMO AVALIAR


FÓRMULA PARA CALCULAR IMC E TABELA DE IMC


Como Calcular o IMC(Índice de Massa Corpórea)?
cálculo do IMC é feito dividindo o peso (em quilogramas) pela altura (em metros) ao quadrado.
PESO em KG “DIVIDE” pela ALTURA AO QUARADO
EX:
É simples calcular o seu IMC.
Por exemplo, se o seu peso é 80kg e a sua altura é 1,80m, a fórmula para calcular o IMC ficará:
IMC = 80 ÷ 1,802
IMC = 80 ÷ 3,24
IMC = 24,69
De acordo com a tabela de IMC, está no seu peso ideal.
EX:
 se você pesa 70kg e mede 1,50m, o cálculo do IMC será:
IMC = 70 ÷ 1,502
IMC = 70 ÷ 2,25
IMC = 31,11
De acordo com a tabela de IMC, está com obesidade de nível 1.












                          Tabela de IMC
Você pode utilizar a tabela abaixo para consultar o seu Índice de Massa Corporal.

Resultado
Situação
Abaixo de 17
Muito abaixo do peso
Entre 17 e 18,49
Abaixo do peso
Entre 18,5 e 24,99
Peso normal
Entre 25 e 29,99
Acima do peso
Entre 30 e 34,99
Obesidade I
Entre 35 e 39,99
Obesidade II (severa)
Acima de 40
Obesidade III (mórbida)

O QUE É AVALIAÇÃO ANTROPOMÉTRICA NUTRICIONAL

Avaliação Antropométrica


O QUE É AVALIAÇÃO ANTROPOMÉTRICA NUTRICIONAL

A avaliação antropométrica é um método para avaliar a composição corporal a partir de medidas corporais como altura, peso, circunferências e dobras cutâneas.
Essas medidas são submetidas a protocolos (cálculos matemáticos) que permitem predizer a densidade corporal ou o percentual de gordura do corpo.
Existem vários protocolos, eles se diferenciam por utilizarem critérios distintos nas medidas corporais e cálculos utilizados e ainda aos grupos populacionais a que melhor se destinam.
Os grupos populacionais são caracterizados, por exemplo, por aspectos nutricionais, de idade, sexo, condição física e social.

ANTROPOMETRIA

A mensuração das medidas corporais se fundamenta nos princípios da Antropometria, um ramo de estudo da área de Ciências Biológicas.
O termo Antropometria (Anthropometry) vem do grego anthropo (homem) e metry (medida) podendo ser definida como estudo científico das medidas e proporções do corpo humano.
O estudo de Antropometria possui aplicações em áreas como Engenharia, Ergonomia, Saúde e Esportes, em outras.
Na área da Saúde a avaliação antropométrica permite predizer a densidade da composição corporal, o percentual de gordura, entre outros índices antropométricos como, por exemplo, o IMC.
As condições antropométricas estão correlacionadas a inúmeros riscos nutricionais, a doenças cardiovasculares e são também determinantes no rendimento de atividades físicas como nos esportes.

MEDIDAS ANTROPOMÉTRICAS

As medidas antropométricas no contexto da avaliação do estado nutricional referem-se a peso, altura, medidas de dobra cutânea e de circunferências.
As medidas de dobra cutânea são mensuradas em milímetros através do uso de adipômetro, para medidas de circunferências usamos fita métrica e o peso mensuramos através de balança de uso clínico.

DOBRA CUTÂNEA – TRÍCEPS

Dobra Cutânea TrícepsA prega cutânea do Tríceps é a mais comumente utilizada nos protocolos de composição corporal.
Localizada no ponto médio entre o ombro e cotovelo, no meio da linha da superfície posterior do braço (costas) sobre o músculo Tríceps.


DOBRA CUTÂNEA – BÍCEPS

Dobra Cutanea BícepsA prega cutânea do Bíceps também é utilizada na maioria dos protocolos de estimativa de densidade corporal.
Localizada no centro da parte dianteira superior do braço.


DOBRA CUTÂNEA – SUBSCAPULAR

Dobra Cutânea SubscapularA partir da costas, localizado dois centímetros abaixo da parte inferior da escápula.
Essa prega cutânea é medida em 45° graus em relação ao eixo longitudinal da coluna.
Observe a imagem para mais detalhes.


DOBRA CUTÂNEA – SUPRA-ILÍACA

Dobra Cutânea Supra-ilíacaA partir da cintura um pouco a frente, esta prega cutânea localiza-se acima da saliência do osso do quadril, da crista ilíaca.
Como mostrado na imagem, essa medida é tomada quase na horizontal.

PROTOCOLOS DE AVALIAÇÃO ANTROPOMÉTRICA





Os protocolos de avaliação antropométrica são modelos matemáticos utilizado para predizer a composição corporal através das medidas antropométricas.
Esses modelos matemáticos foram desenvolvidos com base em estudos científicos realizados a partir das medidas corporais obtidas de grupos populacionais estudados.
Os protocolos recebem os nomes de seus autores e colaborados, por exemplo, Guedes – 1985, Pretroski – 1995, Jackson e Pollock – 1978 e Jackson-Pollock e Ward – 1980, entre outros.
Os protocolos antropométricos possuem aplicações e restriçoes de acordo com grupo populacional base com qual e para o qual foi desenvolvido.
Daí a importância de se conhecer os fundamentos de cada protocolo para utilizar o que melhor se adequar ao paciente na avaliação antropométrica.
De modo geral, os protocolos mais comumente utilizados na prática clinica são:

PROTOCOLO GUEDES – 1985

Equações de estimativa da densidade corporal com base nas espessuras de dobras cutâneas para homens e mulheres (17 a 27 anos).
Fórmula Guedes de cálculo de densidade corporal para homens:
D = 1,1714 – 0,0671 Log10 (tríceps + suprailíaca + abdominal)
Fórmula Guedes de cálculo de densidade corporal para mulheres:
D = 1,1665 – 0,0706 Log10 (coxa proximal + supra-ilíaca + subescapular)
Estudo original com universitários da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) do Rio Grande do Sul, sendo 110 homens e 96 mulheres de 17 a 27 anos.

PROTOCOLO PETROSKI – 1995

Equações generalizadas para estimativa de densidade corporal de não atletas, de ambos os sexos e idades entre 18 e 66 anos.
O protocolo Petroski 1995 por sua característica mais geral pode ser utilizado em avaliações antropométricas de diversos grupos populacionais.
Em contra partida ao protocolo Guedes 1985 que utilizou população específica (universitários, 17 a 27 anos, ambos os sexo).
Equação Petroski 1995 – Homens:
D = 1,10726863 – 0,00081201 (subescapular + tríceps + suprailíaca + panturrilha medial) + 0,00000212 (subescapular + tríceps + suprailíaca + panturrilha medial) – 0,00041761 (idade em anos)
Equação Petroski 1995 – Mulheres:
D = 1,19547130 – 0,07513507 * Log10 (axilar média + suprailíaca + coxa + panturrilha medial) – 0,00041072 (idade em anos)
Estudo original realizado em sua tese de doutorado com população litorânea de Santa Catarina e da região central do Rio Grande do Sul, composta por adultos (672) de ambos os sexo e idades entre 18 e 66 anos.

PROTOCOLO DURNIN & WOMERSLEY – 1974

Equações generalizadas para estimativa de densidade corporal para homens e mulheres com base nas medidas de dobra cutânea.
Tabela Durnin & Womersley 1974
Tabela Durnin & Womersley 1974
Estudo original realizado em 1974 através de medidas de dobras cutâneas de 481 pessoas – homens (209, de 17 a 72 anos) e mulheres (272 , de 16 a
68 anos).

PROTOCOLO JACKSON & POLLOCK – 1978

Dr. Andrew Jackson
Professor Emérito da Universidade de Houston (USA), Departamento de Saúde e Desenvolvimento Humano.



Michael L. Polloock
(1936-1998)
Dr. Michael L. Pollock
“Um gigante na ciência do exercício (físico), um homem em grande parte responsável pela base de conhecimento que temos hoje no treinamento físico e reabilitação cardíaca”, por Barry Franklin.

Equação generalizada de estimativa de densidade corporal para homens, entre 18 e 61 anos.
Considerando sete dobras cutâneas, idade e perímetro do abdome e do antebraço:
D = 1,1O1 – (0,0004115 * somatória das 7 dobras cutâneas) + (0,00000069 * (somatória das 7 dobras cutâneas) ^ 2)) – (0,00022631 * idade) – (0,0059239 * perímetro abdômen) + (0,0190632 * perímetro antebraço)

PROTOCOLO JACKSON, POLLOCK & WARD – 1980

Equação generalizada de estimativa da densidade corporal para mulheres, entre 18 e 55 anos:
D = 1,0994921 – (0,0009929 * somatória de tríceps, coxa e supra-ilíaca) + (0,0000023 * (somatória de tríceps, coxa e supra-ilíaca)^2) – (0,0001392 * idade)
Capa e-Book Consultório

FÓRMULA DE SIRI – 1961

Para se obter a densidade corporal em percentual de gordura se faz necessário realizar um ajuste com a aplicação da Fórmula de Siri.
A fórmula Siri apresenta constantes de massa gorda e de massa livre de gordura.
As constantes da Equação de Siri ajustam-se às perdas relativas de minerais, proteínas e de diminuição de água corporal observadas em pessoas a partir de 40 anos de idade.
Percentual gordura corporal (por Siri) = [(4,95/D) – 4,5] x 100
Onde D = densidade corporal.
Timothy G. Lohman - PhDTimothy G. Lohman, PhD, professor emérito do Departamento de Fisiologia e Ciências Nutricionais da Universidade do Arizona (USA).
Posteriormente, em 1986, Timothy G. Lohman propõe novas constantes para serem aplicadas por faixa etária e sexo, conforme segue:

Homens / Idade  (anos) : fórmula (constantes)
  • 07-08 : (538/D) – 497
  • 09-10 : (530/D) – 489
  • 11-12 : (523/D) – 481
  • 13-14 : (507/D) – 464
  • 15-16 : (503/D) – 459
  • 17-19 : (498/D) – 453
  • 20-50 : (495/D) – 450
Mulheres / Idade (anos) : fórmula (constantes)
  • 07-08 : (543/D) – 503
  • 09-10 : (535/D) – 495
  • 11-12 : (525/D) – 484
  • 13-14 : (512/D) – 469
  • 15-16 : (507/D) – 464
  • 17-19 : (505/D) – 462
  • 20-50 : (503/D) – 459
Observe que as constantes originais propostas por Siri, permanecem na tabela Lohnan para homens entre 20 e 50 anos.

CONCLUSÃO

Podemos concluir diante das variáveis que compõem uma avaliação antropométrica que um dos maiores desafios é a escolha adequada do protocolo de predição corporal a ser utilizado.
Além de, naturalmente, do conjunto de conhecimentos técnicos e habilidades necessárias para se obter resultados precisos e de qualidade.
CONHEÇAM MAIS SOBRE AVALIAÇÃO ANTROPOMÉTRICA AQUI: 


DOBRAS CUTÂNEAS - COMO AVALIAR

É AVALIADA POR PARTES NO CORPO PELO APARELHO CHAMADO "ADIPÔMETRO".

                                        


Dobra Cutânea Triciptal Dobra Cutânea Triciptal

É medida na face posterior do braço, paralelamente ao eixo longitudinal, no ponto que compreende a metade da distância entre a borda súpero-lateral do acrômio e o olécran.


Dobra Cutânea SubescapularDobra Cutânea Subescapular

A medida é executada obliquamente em relação ao eixo longitudinal, seguindo a orientação dos arcos costais, sendo localizada a dois centímetros abaixo do ângulo inferior da escápula.


Dobra Cutânea BiciptalDobra Cutânea Biciptal

É medida no sentido do eixo longitudinal do braço, na sua face anterior, no ponto de maior circunferência aparente do ventre muscular do bíceps.

 

Dobra Cutânea Axilar MédiaDobra Cutânea Axilar Média

É localizada no ponto de intersecção entre a linha axilar média e uma linha imaginária transversal na altura do apêndice xifóide do esterno. A medida é realizada obliquamente ao eixo longitudinal, com o braço do avaliado deslocado para trás, a fim de facilitar a obtenção da medida.

 

Dobra Cutânea Supra-ilíacaDobra Cutânea Supra-ilíaca

É obtida obliquamente em relação ao eixo longitudinal, na metade da distância entre o último arco costal e a crista ilíaca, sobre a linha axilar medial. É necessário que o avaliado afaste o braço para trás para permitir a execução da medida.

Dobra Cutânea TorácicaDobra Cutânea Torácica

É uma medida oblíqua em relação ao eixo longitudinal, na metade da distância entre a linha axilar anterior e o mamilo, para homens, e a um terço da linha axilar anterior, para mulheres.

Dobra Cutânea AbdominalDobra Cutânea Abdominal

É media aproximadamente a dois centímetros à direita da cicatriz umbilical, paralelamente ao eixo longitudinal.

Dobra Cutânea da CoxaDobra Cutânea da Coxa

É medida paralelamente ao eixo longitudinal, sobre o músculo reto femural a um terço da distância do ligamento inguinal e a borda superior da patela, segundo proposta por Guedes (1985) e na metade desta distância segundo Pollock & Wilmore (1993). Para facilitar o pinçamento desta dobra o avaliado deverá deslocar o membro inferior direito à frente, com uma semi-flexão do joelho, e manter o peso do corpo no membro inferior esquerdo.

Dobra Cutânea Panturrilha MedialDobra Cutânea Panturrilha Medial

Para a execução desta medida, o avaliado deve estar sentado, com a articulação do joelho em flexão de 90 graus, o tornozelo em posição anatômica e o pé sem apoio. A dobra é pinçada no ponto de maior perímetro da perna, com o polegar da mão esquerda apoiado na borda medial da tíbia.



DOBRAS CUTÂNEAS: MEDIÇÃO X CÁLCULO (AVALIAÇÃO ANTROPOMÉTRICA)

Dobra Cutânea Subescapular


Equações Dobras Cutâneas


AS EQUAÇÕES PROPOSTAS POR GUEDES SÃO AS SEGUINTES:

Homens


Densidade = 1,1714 - 0,0671 Log (TR + SI + AB)
10


Mulheres


Densidade = 1,1665 - 0,0706 Log (CX + SI + SB)
10
 

Como o valor que nos interessa é o da porcentagem de gordura, há a necessidade de converter os valores de densidade corporal encontrados com a utilização destas equações em quantidade relativa de gordura através da fórmula proposta por SIRI (1961), que é a seguinte:

                      4,95
Gord% = ( ------------ - 4,50 ) 100
                      Dens

Considerando que nem sempre dispõe-se de uma calculadora científica para os cálculos logarítimicos, e visando facilitar a análise dos parâmetros da composição corporal, via equações de regressão, GUEDES formulou duas tabelas para conversão imediata dos valores da somatória das três dobras cutânes envolvidas em valores percentuais de gordura corporal.

 
Para utilizar as tabelas deveremos executar a soma das três dobras cutâneas, triciptal, supra-ilíaca e abdominal, para homens; ou coxa, supra-ilíaca e subescapular, para mulheres. As tabelas possuem uma primeira coluna que corresponde aos valores inteiros e uma primeira linha que corresponde aos valores decimais, desta forma, o valor obtido na soma deverá ser enquadrado na tabela correspondente ao sexo localizando-se o valor inteiro da soma na primeira coluna e o valor decimal na primeira linha, na intersecção destes valores encontraremos a porcentagem do peso corporal como gordura.

Exemplificando a utilização dessas tabelas no cálculo da quantidade de gordura corporal e da massa corporal magra, consideremos um indivíduo do sexo masculino com as seguintes medidas:

 
  • Peso Corporal  = 75,1 kg
  • Espessura da dobra cutânea triciptal  = 18,2 mm
  • Espessura da dobra cutânea supra-ilíaca  = 17,6 mm
  • Espessura da dobra cutânea abdominal  = 22,8 mm

    Com a soma das espessuras das dobras cutâneas obteremos 58,6 mm, e na intersecção do 58 como parte inteira com o 0,6 como parte decimal encontraremos na tabela 20,17% de gordura corporal.

    Para a determinação da quantidade de gordura corporal em termos absolutos e da massa corporal magra, basta utilizar as fórmulas do exemplo que segue:

                                             % gord
    Gordabs = Peso Corporal ( --------------- )
                                               100

                                      20,17
    Gordabs = 75,1 Kg ( --------------- )
                                        100

    Gordabs = 15,14 Kg

    Massa Magra = Peso Corporal - Gord
                                                 abs

    Massa Magra = 75,1 - 15,14

    Massa Magra = 59,96 Kg

    Considerando como valores de porcentagem ideal teórica de gordura corporal 15% para homens e 25% para mulheres, podemos, através dos valores obtidos nos cálculos anteriores, determinar o peso ideal teórico e possíveis excesso ou déficit de peso corporal.

    Homens
                               Massa Magra
    Peso Ideal = ---------------------------
            teórico                0,85

    Mulheres
                                Massa Magra
    Peso Ideal = ---------------------------
           teórico                  0,75


    Excesso ou déficit de peso corporal


    Peso Corporalex/def = Peso Corporalreal - Peso Idealteórico


    Utilizando os valores dos nosso exemplo temos:

                                    59,96
    Peso Ideal = ---------------
                 teórico            0,85

    Peso Ideal  = 70,54 Kg
                  teórico

    Peso Corporal  = 75,1 - 70,54
                 excesso

    Peso Corporal  = 4,56 Kg
                 excesso

    A realização de todos esses cálculos necessita da medida do peso corporal, que é uma medida de execução bastante simples, mas que merece alguns cuidados que garantam sua precisão.

    O avaliado deve estar com a menor quantidade possível de roupa, postando-se sobre a plataforma da balança em posição ortostática, preferencialmente de costas para a escala, com o olhar num ponto à sua frente.

terça-feira, 9 de maio de 2017

FORMAÇÃO DO ATLETA DE ALTO RENDIMENTO NOS ESPORTES COLETIVOS

Podemos citar várias diferenças entre os esportes individuais e coletivos. Por existir diferenças não significa que um seja melhor que o outro e sim prós e contras em cada tipo.


É imensa a quantidade de elementos que caracteriza cada esporte coletivo: movimentos técnicos (ofensivo e defensivo), deslocamentos com e sem bola, influência dos árbitros, da torcida, da família, dos companheiros, aspectos táticos, físicos, na verdade, são infinitas. Cada profissional do esporte que analise uma modalidade específica encontrará os elementos que lhe pareçam mais importantes.

Quando observamos um campeão olímpico, pensamos em como é possível pessoas como estas existir. Michael Phelps, Michael Jordan, Ayrton Senna, Pelé… Muitas vezes nos questionamos como se forma esse super atleta. Os atletas citados acima são exemplos do que se pode chamar de talento, além, é claro, de muita dedicação. Mas sabemos que um time é formado por um grupo de atletas e nem todos têm esse talento, por isso temos que trabalhar para que cada um desempenhe uma função dentro da equipe.

Para chegar ao máximo rendimento no esporte é preciso percorrer um longo caminho, muito sacrificante e poucas pessoas alcançam esse objetivo. A seguir, vou enumerar fatores que eu acredito serem indispensáveis para formar atletas de alto rendimento, porém até hoje não foi possível provar a sua efetividade.

Elementos técnicos, táticos, físicos, psicológicos e sócio-afetivo, são fatores inter-relacionados na formação desses atletas, e com mais importância ainda nos esportes coletivos.

O fator psicológico, na minha opinião, é o mais importante não só na fase de formação, mas também na fase de consolidação e declínio do jogador. Na fase final do jogador são poucos os profissionais que se preocupam.

Os fatores sociais, eu considero a parte financeira, necessidade de trabalhar, estudar, o relacionamento com a família e amigos, aspectos que durante a formação influenciam positiva e negativamente os jogadores.

No futebol, por exemplo, jogadores de 15 anos que são considerados promessas têm salários exorbitantes, mas essa não é a realidade dos outros esportistas (basquete, voleibol, pólo aquático, handebol, etc.). Esses atletas necessitam trabalhar, estudar e levar uma vida “normal”, porque sabem que a trajetória como atleta é um sonho. Mesmo sabendo da realidade, o brasileiro não desiste nunca e mais agora com a grande oportunidade das Olimpíadas de 2016.

Essa será uma grande oportunidade para que nós, profissionais do esporte, possamos fazer do nosso sonho, realidade e viver intensamente o esporte. Para isso, temos que nos preparar, planejar e organizar.

Isso é exatamente o que temos que fazer na formação do jovem atleta. Programar, planejar, organizar e atuar.


1º Passo: fazer um estudo/análise da modalidade esportiva.


- História da modalidade
- Evolução
- Possíveis variações
- Características físicas predominantes
- Esquemas táticos
- Possíveis situações
- Elementos técnicos necessários
- Fatores que podem influenciar o desenvolvimento do trabalho (psicológico e social)

2º passo: analisar os objetivos e filosofia da instituição/clube/federação e encaixar com os seus objetivos.


Nesse ponto, nem sempre os objetivos são compatíveis, porém o nosso dever é adaptar ou convencer para um melhor trabalho em conjunto. Pensar que nós, treinadores, dependemos dos clubes/instituição/ federação para desenvolver o projeto, portanto, dever buscar uma solução para isso.

3º Passo: determinar um modelo ideal. O time/jogador ideal para cumprir os objetivos.


- Características: táticas, técnicas, físicas e psicológicas.

4º Passo: Como dividir todos os aspectos e conteúdos no período de formação?


De acordo com estudos e como pode ser visualizado no gráfico, o exercício aplicado na formação deveria ser elaborado de acordo com a fase de crescimento e desenvolvimento do atleta.


De 0 a 10 anos, a criança está numa fase de absorção de conhecimento, movimentos e informações. Nessa fase, deve ser trabalhado com mais intensidade os movimentos técnicos. Após os 10 anos, esse crescimento neural já estabiliza e o entendimento das informações já ficam mais difíceis.

Acompanhando a linha verde, crescimento esquelético, a criança cresce muito dos 0 aos 2 anos. Após isso, vai existir outro crescimento aos 10 anos.

Nessa fase é muito importante aproveitar o tempo com movimentos, entendimento do jogo e trabalho psicológico.

Todo o trabalho físico direto, trabalhar a partir dos 14 anos, em que a criança desenvolve sua musculatura.

Por que trabalho físico direto? Porque o principal objetivo é a condição física. Antes dos 14 anos, o trabalho de condição física eu considero como aprendizagem.

Este gráfico está de acordo com a idade corporal, que é diferente da idade cronológica, por isso é muito importante descobrir para dar inicio ao trabalho.


5º Passo: Escolher a melhor maneira de aplicar a metodologia. Qual é a melhor maneira? Estudar o grupo com que está trabalhando, a sociedade, o clube, a filosofia, os recursos, etc.


Acredito que a formação de atletas para o alto rendimento é uma função muito importante e pouco reconhecida. Muitos clubes, de muitos esportes e profissionais que trabalham no meio, esperam que surjam craques como Ronaldinho, Robinho, Michael Jordan, Oscar Schimidt e outros. Mas poucos sabem que um time não é formado só de jogadores estrelas.

*Coordenador e técnico profissional de pólo aquático (Espanha); Master em “Treinamento de alto rendimento em esportes coletivos” – Universidad de Barcelona

http://universidadedofutebol.com.br/formacao-do-atleta-de-alto-rendimento-nos-esportes-coletivos/

AVALIAÇÃO FUNCIONAL PARA FUTEBOLISTAS

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O objetivo deste trabalho foi verificar, de modo amplo, o comportamento de variáveis importantes para a saúde preventiva e o desempenho atlético, em jogadores de futebol profissional. 

Além disso, o estudo tece comentários, através de longa revisão bibliográfica, sobre os resultados de nossos atletas e os observados na literatura especializada, nessa modalidade esportiva. 

Os futebolistas foram submetidos a uma bateria de testes clínicos, laboratoriais e de aptidão cardio-respiratória, metabólica e muscular, pré-participação ao Campeonato Brasileiro de Futebol de 1996, que constou das seguintes variáveis: 


  • consumo de oxigênio, 
  • limiar anaeróbio ventilatório, 
  • eletrocardiografia em repouso e no exercício, 
  • potência muscular ( wingate), 
  • flexibilidade, 
  • hemograma, 
  • reações sorológicas para doença de Chagas, 
  • protoparasitológico, 
  • glicose, 
  • uréia, 
  • creatinina, 
  • colesterol total e frações,
  •  hormônios, 
  • eletrólitos, 
  • minerais, 
  • composição corporal, 
  • avaliação fisioterápica, odontológica e nutricional. 
  • Os resultados obtidos indicaram que o emprego de uma avaliação multifatorial, em atletas de alto rendimento, é um procedimento importante para verificar se o nível de aptidão física está adequado e/ou detectar possíveis deficiências, que possam interferir no desempenho atlético dos futebolistas, durante os treinamentos e jogos.

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Índice De Massa Corpórea

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