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sexta-feira, 29 de abril de 2016

ARTROSE CERVICAL X TRATAMENTO

Como é feito o diagnostico da artrose cervical?

Radiografia cervical, artrose, osteófitos
Radiografia do pescoço com artrose cervical
O médico pergunta os sintomas ao paciente e a história clínica. Sucessivamente deve fazer um exame físico, controlando o pescoço, a coluna e os ombros. Serve o teste de reflexos e da força das mãos e braços.
Se a dor é limitada para o pescoço, o único exame instrumental recomendado é a radiografia.
As placas mostram as alterações degenerativas dos ossos e qualquer redução do espaço entre as vértebras.
Somente em caso de sintomas que se estendem para os braços ou as mãos, serve uma ressonância magentica para entender se há compressão do nervo.



Como se cura a artrose cervical?

Os tratamentos para a artrose são geralmente não-cirúrgicos, o médico especialista mais indicado para tratar esse transtorno é o cirurgião ortopédico, mas se os sintomas afetam as mãos ou pés o mais adequado é o neurocirurgião.
O médico geralmente prescreve um ou uma combinação dos seguintes tratamentos:



Remédios naturais para artrose cervical

Repouso, quando a dor é forte,
Calor ou gelo, o gelo é contra-indicado no pescoço, o frio pode retardar apenas a circulação e enrijecer os músculos.
Não é verdade que o gelo é um excelente antiinflamatório, na verdade é apenas um vasoconstritor (aperta as artérias) e serve imediatamente após o trauma para provocar menos inchaço.
Após 24/48 horas após o início da dor é inútil ou mesmo contraproducente porque retarda o processo de cicatrização.
Uma compressa quente é uma terapia que ajuda a aliviar a dor.
Existem pescoceiras que aquecem o pescoço porque você pode inserir dentro da água quente.
Evitar ar condicionado e as correntes de vento porque elas podem causar contraturas musculares e rigidez.
Entre os remédios naturais, a arnica e garra do diabo são anti-inflamatórios naturais ineficazes porque eles não penetram a fundo suficiente em profundidade.


Massagem no pescoço - Medicamentos


Os anti-inflamatórios não-esteróides (AINEs) tais como o ibuprofeno (por exemplo, Alivium), naproxeno e Flanax) ou inibidores seletivos de COX-2 (como Celebra®) são úteis para o alívio da dor da inflamação que geralmente acompanha a artrose.
Os cremes tópicos de antiinflamatórios como o voltaren são menos eficazes porque eles têm uma ação muito superficial e não chegam nas articulações.

As injeções de cortisona são efetuadas com o objectivo de reduzir a inflamação que causa a dor.
O médico injeta os esteróides diretamente na área afetada.
Os relaxantes musculares como Muscoril diminuem as contraturas musculares dolorosas do pescoço e dos músculos ao redor, mas muitos pacientes não conseguem tomar porque eles podem provocar distúrbios intestinais.

MIELOPATIA CERVICAL

Dor cervical


 A mielopatia ocorre quando algo pressiona ou danifica a medula espinhal.

  • A artrose cervical é uma possível causa desse transtorno porque as alterações degenerativas nas articulações podem estreitar o canal através do qual passa a medula espinhal. 

  • A protusão de um disco cervical pode causar a mielopatia se ocorre no buraco central da vértebra.


Dado que a medula espinhal consiste de grupos de fibras nervosas que ligam o cérebro ao resto do corpo, a pressão sobre os nervos na região do pescoço pode produzir sintomas em quase todo o corpo.

Os sintomas de uma mielopatia cervical podem incluir:

  • Dificuldades para ficar em pé. Por exemplo, as pernas podem ser rígidas e mal coordenadas.
  • Alterações na sensibilidade das mãos. Por exemplo, torna-se difícil o reconhecimento dos objetos da maneira habitual e podem cair as coisas das mãos.
  • Transtornos da bexiga. Por exemplo, pode causar problemas para esvaziar a bexiga ou incontinência.

O médico deve controlar 

  • as alterações dos reflexos tendinosos, a força e a sensibilidade das pernas e dos braços. 

Os exames úteis são: 

  • a ressonância magnética 


  • e a eletromiografia (exame de condução nervosa feito através da inserção de agulhas na pele). 

    Isso mostra se a medula espinhal é “pinçada” e se pode servir um tratamento cirúrgico para aliviar a pressão.
A mielopatia cervical 

é a lesão da medula espinhal, devido a compressão da medula espinal na altura do pescoço,  em conseqüência da “espondilose” ou artrose cervical intervertebral que diminuem o espaço que a medula ocupa no canal vertebral

 http://www.doereport.com/generateexhibit.php?ID=27580
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SINTOMAS

Ela pode se manifestar com fraqueza, espaticidade, perda de equilíbrio e incontinência urinária.

CAUSAS DA MIELOPATIA CERVICAL

O processo ocorre devido a hipertrofia de ligamento, facetas  articulares e protusões de disco que levem a redução do espaço que a medula ocupa no canal vertebral.

SINTOMAS E SINAIS DA MIELOPATIA CERVICAL

O processo geralmente é evolutivo inciando com quadro de alterações sensitivas como amortecimento em membros superiores e evoluindo com dificuldade de realizar movimentos finos das mãos como "abotoar uma camisa".  As alterações motoras ocorre uma diminuição de força geralmente evolutiva. Os reflexos estão aumentados chamada hiperreflexia e espasticidade sensação que o paciente tem de estar mais rígido o que é o responsável na maioria dos casos pela dificuldade de deambulação.

DIAGNÓSTICO DA MIELOPATIA CERVICAL

Radiografia - importante para observarmos a curvatura da coluna cervical e o processo espondilótico
Ressonância magnética - avalia a estrutura da coluna em relação aos tecidos moles e também o grau de sofrimento medular
Tomografia - avalia a calcificação do disco, ligamentos, presença de osteófitos e avalia a hipertrofia das facetas articulares
Exames neurofisiológicos - avalia o comprometimento da medula e raízes nervosas e importante no diagnóstico diferencial

DIAGNÓSTICO DIFERENCIAL

Tumores
Doenças desmielinizantes
Doenças neuro degenerativas
Patologias da transição occipito-cervical
Infecções

TRATAMENTO DA MIELOPATIA CERVICAL

  • Conservador 

Principalmente se os sintomas não estão evoluindo.

  • Cirurgia 

Quando os sintomas estão evoluindo apesar do tratamento conservador, tendo diversos autores que ao compararem o tratamento cirúrgico com o conservador mostraram um melhor resultado nos pacientes que realizaram cirurgia. A cirurgia é realizada através de descompressões por via anterior ou posterior dependendo de cada caso.


As informações aqui contidas tem objetivo informativo único, e nada substitui uma consulta médica.

RADICULOPATIA CERVICAL x ARTRITE CERVICAL X HÉRNIA DE DISCO


 http://tongs.site40.net/976/dolor-cervicales.html  https://www.saluspot.com/t/radiculopatia-cervical/ http://www.cristianomenezes.com.br/index.php/2014/01/radiculopatia/

 http://drcarrico.com.br/dormencia-nas-maos-e-nos-dedos-qual-o-diagnostico/

A radiculopatia cervical significa que a raiz de um nervo é comprimida ou danificada na área onde sai do cordão espinhal na região do pescoço (cervical).

Embora existam outras causas de radiculopatia, a artrose cervical é uma causa frequente.
As alterações degenerativas das articulações entre as vértebras e a formação de osteófitos provocam áreas de encolhimento que podem comprimir o nervo.
Outra causa é um prolapso do disco (sai do lugar).
Este dano também é chamado ‘hérnia de disco‘, mesmo se o disco não desliza em realidade. O que acontece é que uma parte da área interna mais macia do disco sai para fora (hérnia) através de uma lesão na parte externa do disco. O disco pressiona o nervo que passa entre duas vértebras.

Além de dor no pescoço, os sintomas de uma radiculopatia incluem:

Perda de sensibilidade (dormência),
Formigamento,
Dor,
Fraqueza no braço e na mão inervada pelo nervo.
Estes sintomas podem ser pior que a dor no pescoço.
Geralmente os sintomas são piores em um braço, mas podem afetar ambos os braços. A dor pode ser grave o suficiente para interferir com o sono.
As vértebras cervicais inferiores (C4-C5-C6-C7) são aqueles que podem causar dor no braço e mão.
A artrose cervical na parte superior do pescoço (C1-C2-C3), no entanto, pode causar sintomas na nuca e na cabeça até a testa.

O médico pode suspeitar de uma braquialgia com base nos sintomas. O exame físico pode detectar uma perda de sensibilidade (parestesia), força e reflexos na área do braço inervado pelo nervo afetado.
O exame mais indicado é a ressonância magnética que mostra se as raízes nervosas são comprimidas.

A hérnia de disco e a artrose dificilmente ocorrem juntos porque aos 55/60 anos o disco está desidratado e portanto não pode sair da substância do núcleo central.

Os osteófitos são os bicos ósseos que são formados com a artrose e podem pressionar o nervo causando dor intensa.
Uma protusão discal pode empurrar um osteófito para o nervo causando a redução do espaço disponível.
O problema é que uma excisão cirúrgica de remoção dos osteófitos não resolve o problema definitivamente dado que pode voltar depois de um tempo, portanto o cirurgião deve fazer uma operação mais ampla para liberar o nervo.




ARTROSE CERVICAL ou ESPONDILOSE CERVICAL

perda da lordose cervical

A artrose cervical ou espondilose cervical 

é a degeneração crônica das articulações e dos discos entre as vértebras do pescoço.


A inflamação das articulações cervicais e a dor são a conseqüência de anormalidades anatômicas da coluna vertebral.

artrose cervical, tonturas, dor, nervos

A artrose no pescoço é uma doença relativamente comum, caracterizada pelo desgaste das articulações cervicais ao longo do tempo.
Geralmente ocorre em idosos (com mais de 60 anos de idade) e pode causar vários sintomas como dor e rigidez no pescoço.

A coluna vertebral é composta de muitos ossos, chamados de vértebras, cada uma delas tem um buraco grande no centro. As vértebras são localizadas uma acima da outra, em maneira que os furos estão alinhados e formam o canal vertebral.
Este canal oferece proteção e espaço para a medula espinhal e os nervos que vão do cérebro para o resto do corpo. Cada vértebra conecta a vértebra superior e inferior através de dois tipos de articulações:

As facetas articulares em ambos os lados da coluna vertebral
O disco central.
Também existem pequenos buracos em cada lado da coluna vertebral, conhecidos como forame intervertebral.
Estes estão localizados entre duas vértebras adjacentes e permitem que os nervos saem do canal vertebral.
Com o tempo, o desgaste dos discos, articulações e ossos podem causar alterações degenerativas na coluna vertebral.
Essas alterações degenerativas podem incluir a redução da altura do disco, perda da cartilagem articular, formação de esporões ósseo (osteófitos) e espessamento do osso.

Este conjunto de mudanças é conhecido como artrose cervical. Com a progressão da artrose, o canal vertebral e o forame intervertebral podem diminuir. A conseqüência é que ossos podem pressionar sobre a medula espinhal e os nervos que provocam muitos sintomas.

Quais são as causas da artrose cervical ?

O envelhecimento é o fator mais importante para o desenvolvimento da espondilose cervical. Na maioria das pessoas com mais de 50 anos, os discos entre as vértebras tornam-se menos esponjosos e tem dificuldade em suportar o peso e o movimento da cabeça.
Os ossos e ligamentos são mais grossos e invadem o espaço do canal medular.
Outro fator poderia ser uma lesão anterior no pescoço.
As pessoas que realizam determinadas profissões ou esportes como ginastas ou outros atletas podem causar mais estresse no pescoço.
A má postura pode desempenhar um papel importante no desenvolvimento de anormalidades na coluna que causam a espondilose cervical.

Quais são os sintomas da artrose cervical?

A artrose da coluna cervical pode ser assintomática durante anos, mas um movimento violento, um trauma ou manter uma posição errada pode causar inflamação das articulações da coluna vertebral.
Estes sintomas podem variar da leve a grave.

Os sintomas da artrose cervical podem ser:

1. Dor no pescoço:
O incômodo pode se espalhar aos ombros e a base do crânio. Os movimentos do pescoço podem agravar a dor.
A dor pode irradiar do braço para a mão e os dedos. Este fenômeno é causado pela irritação de um nervo que vai da medula espinhal do pescoço para o braço.
A dor tende a ir e vir quase de repente.

Pode ocorrer o aparecimento de uma dor intensa após um movimento incomum do pescoço, com um rasgo de um músculo do pescoço ou ligamento.
No entanto, uma dor súbita pode se desenvolver sem uma razão aparente. Algumas pessoas têm uma dor crônica (persistente).

A umidade e a mudança de pressão atmosférica (dois dias antes de chuva ou neve) aumentam a intensidade da dor e rigidez.

1.1 Rigidez do pescoço com forte limitação de todos os movimentos, especialmente de manhã por cerca de meia hora.

2. Distúrbios visuais ou zumbido.

3. Estalos durante os movimentos

4. A artrose cervical pode causar dor de cabeça. A dor de cabeça muitas vezes começa no pescoço apenas acima do pescoço e se estende até a parte superior da testa.

5. Pode haver uma sensação de alfinetadas e agulhadas em um braço ou uma mão, bem como formigamento e fraqueza. Estes sintomas são causados pela compressão de um nervo espinhal entre uma vértebra e outra.
Os sintomas dos nervos do pescoço são típicos de uma discopatia que provoca uma forte pressão sobre um nervo. Esta doença é chamada de radiculopatia cervical ou nevralgia cervicobraquial porque afeta o plexo braquial (nervos do pescoço).

6. Ocasionalmente, a falta do toque, a astenia (fraqueza) das pernas ou incontinência ocorre quando uma vértebra ou disco pressionam a medula espinhal. Este problema é chamado de ‘Mielopatia cervical’. É importante relatar esses sintomas a um médico

Vertigem de origem cervical

A tontura que se origina do pescoço representa um diagnóstico difícil porque não existe nenhum exame diagnóstico para confirmar que a artrose cervical é a causa da tontura.
Se o paciente tem dor no pescoço e todas as doenças que causam tonturas foram excluídas, o médico prescreve um tratamento para a coluna cervical.
Este tipo de tontura se agrava durante os movimentos da cabeça ou depois de manter uma determinada posição por um longo tempo.
As vertigens começam geralmente depois da dor no pescoço e podem ser acompanhadas por dores de cabeça.
Muitas vezes a tontura diminui quando ocorre a redução da dor cervical. Os sintomas geralmente duram de alguns minutos a algumas horas e não são incapacitantes.

O médico deve excluir a labirintite que é outra causa de tontura, mas é muito mais grave, na verdade o paciente por alguns dias está tão mau que não pode se levantar da cama.

Outra possível causa é a aterosclerose onde é necessário fazer a Ultrassonografia com Doppler colorido das artérias carótidas para excluir uma origem circulatória
.
O tratamento deste tipo de vertigem

é o tratamento para a artrose cervical, em particular os exercícios mckenzie, massagem terapêutica e a correção da postura.

quarta-feira, 27 de abril de 2016

CLA (Ácido linoléico conjugado -PROIBIDO PELA ANVISA) – Para que serve, benefícios e efeitos colaterais X ÓLEO DE CÁRTAMO

Proibida a venda no Brasil pela Anvisa desde 2007

CLA (Ácido linoléico conjugado)

o Ácido linoléico conjugado (CLA) mostrou através de estudos, eficácia na perda de gordura, mas seus efeitos colaterais não valem o custo benefício.

CLA (Ácido linoléico conjugado)


Quem frequenta academias e faz atividades físicas intensas costuma consumir suplementos alimentares para melhorar a performance e ganhar massa muscular, que é o objetivo principal desse grupo. Um desses suplementos é o CLA (ácido linoléico conjugado). Essa substância é um tipo de ácido graxo (gordura) que é produzida por bactérias que vivem no interior do intestino de animais ruminantes. Também está presente em alimentos que vêm desses animais como carnes e laticínios.

CLA x óleo de Cártamo

O óleo de cártamo é um suplemento que também contém o ácido linoléico, porém as taxas dessa substância nele são muito pequenas. O que está presente no óleo de cártamo, na verdade, é um CLA sintético. A composição do CLA dos ruminantes é de 70% dos isômeros na versão c9 e t11, enquanto que no óleo de cártamo temos o t10 e o c12 que estão diretamente relacionados com prejuízos para a saúde, mas ocorrem algumas mudanças benéficas no organismo e perda de gordura.

CLA queima ou não gorduras?

Muitos praticantes de exercícios físicos fazem uso do CLA não apenas para aumentar a massa muscular, mas também para detonar as gorduras extras. Um estudo realizado pela nutricionista Adriana Prais Botelho e publicado no Jornal da Unicamp foi realizado utilizando o CLA em 154 seres humanos (todos entre 25 e 55 anos e com IMC de 25 a 35 kg/m2) tanto na versão em cápsula quanto na forma de alimento. Os grupos foram divididos na seguinte maneira:

• Grupo 1: recebeu 3 cápsulas por dia, cada uma com 1 g;

• Grupo 2: 3 cápsulas de efeito placebo;

• Grupo 3: 500 ml por dia de leite semidesnatado enriquecido com CLA;

• Grupo 4: 500 ml por dia de leite semidesnatado sem qualquer enriquecimento;



A pesquisa durou 12 semanas e houve coleta de sangue em 3 momentos: antes de iniciar a pesquisa, depois de 6 semanas e ao final das 12 semanas. O resultado foi que não se constatou nenhuma mudança na composição corporal quanto ao tecido adiposo.

Um outro estudo divulgado pelo European Journal of Nutrition em 2012 também divulgou o mesmo resultado depois de uma pesquisa com seres humanos: não houve mudanças relevantes da composição de tecido gorduroso a longo prazo. Assim, pode-se perceber que a promessa de perda de gordura como divulgado em diversos locais pode ser apenas uma jogada de marketing.


Porém a edição de junho do American Journal of Clinical Nutrition teve resultados contrários. A pesquisa envolveu 180 homens e mulheres todos com o IMC entre 25 e 35 kg/m2. Foram divididos em dois grupos sendo que um ingeriu pílulas placebo e o outro as cápsulas de CLA. O resultado foi o seguinte:

• Grupo placebo: não houve nenhuma mudança na composição corporal, muito menos na perda de gordura;

• Grupo CLA: sofreram uma perda de gordura corporal entre 7 e 9% sem mudar os hábitos de vida;

Os benefícios do CLA

A esse ácido graxo são atribuídos inúmeros benefícios como a melhora do sistema imune, aumento da mineralização óssea, redução da aterosclerose (substitui o LDL que é o colesterol ruim pelo HDL, um bom colesterol que ajuda na síntese das células e auxilia em outras funções do organismo) e a melhora na performance dos exercícios aumenta a massa muscular.


Além das cápsulas de CLA é "possível encontrar essa substância de forma natural em alimentos como carnes de animais ruminantes e laticínios". O problema é que para um indivíduo alcançar a quantidade ideal de CLA que deve ser consumida por dia apenas com alimentos, seriam necessários cerca de 3 mil calorias de carne ou 4 mil calorias de queijo. Dessa forma, a melhor opção são as cápsulas que conseguem ofertar 3 g em 6 cápsulas diárias, duas antes de cada refeição.

Pontos negativos e efeitos colaterais do CLA

Apesar de ter muitos benefícios, o CLA também tem o seu lado negativo. Porém, se você estiver consumindo-o com o acompanhamento de um profissional dificilmente enfrentará problemas. 

Veja abaixo alguns desses efeitos negativos causados pelo CLA:

• Interfere na ação da insulina: o ácido linoléico aumenta o estresse oxidativo (produção de radicais livres) piorando a ação da insulina;

• Aumenta os níveis de gordura no fígado: esse efeito adverso, até o momento, só foi encontrado em ratos. Espera-se esse efeito devido a um receptor encontrado nesse órgão chamado de PPAR responsável por controlar o metabolismo lipídico nesse órgão.

• Ação inflamatória: o CLA passa a induzir a resposta inflamatória do tecido adiposo tendo como consequência um prejuízo para todo o organismo.

• Outros efeitos: alguns outros efeitos adversos podem ser encontrados com o uso do CLA como dor de estômago, diarreia, flatulência e náuseas.

Leia também: Lipo 6 – Seus diferentes tipos, efeitos colaterais e como tomar

  • É importante ressaltar que esse suplemento não é liberado pela ANVISA para venda aqui no Brasil. 
  • Isso se deve justamente ao seu custo-benefício que não é satisfatório, pois a quantidade de benefícios não superaria a de malefícios que esse suplemento pode causar ao corpo, 
  • ainda mais se for utilizado de maneira indiscriminado o que é bastante comum.


Referências:
BOTELHO, Adriana Prais. Efeitos de suplemento alimentar são avaliados por nutricionistas na FEA. Jornal da Unicamp. Faculdade de Engenharia de Alimentos. Campinas. n. 497. 6 a 12 de junho de 2012.

ÓLEO DE CÁRTAMO: origem, como tomar e benefícios para quem quer emagrecer

suplemento de óleo de cártamo emagrece

Saiba tudo sobre o  óleo de cártamo: para que serve, se emagrece, indicações, efeitos colaterais e se faz mal, formas de consumo e todos os seus benefícios.

Óleo de cártamo: benefícios e para que serve


Sempre queremos melhorar algo no nosso corpo e sempre tem uma gordurinha sobrando aqui e ali e ela precisa desaparecer. Além de boa alimentação e exercícios físicos constantemente, você pode fazer uso de alguns pequenos aliados na busca de um corpo mais saudável e livre da temida gordura localizada. O Óleo de Cártamo vem sendo utilizado para essa finalidade cada vez mais por muitas pessoas e tem se mostrado eficaz no assunto.

A busca por alternativas, gostosas e eficazes, para diminuir a ingestão de gorduras, e, também, auxiliar no emagrecimento cresce muito, principalmente entre as mulheres que lutam em busca do corpo perfeito. Para tanto, diferentes alimentos são analisados, principalmente aqueles encontrados na natureza em sua forma primária, os quais são benéficos para a saúde humana.

Entre tantos alimentos que vêm ganhando espaço por suas propriedades condescendentes à melhora da saúde e, consequentemente, auxiliam no emagrecimento, existe um tipo de óleo, extraído de uma planta chamada Cártamo que tem ganhado espaço e evidência entre as pessoas.

O cártamo é uma planta ramificada, com flores amarelas, alaranjadas ou vermelhas, florescendo, normalmente, no mês de julho. Com propriedades similares ao óleo de girassol, o cártamo, atualmente, tem sido utilizado para fins culinários e, agora, como auxiliar no processo emagrecedor.

O que é o Óleo de Cártamo

O Óleo de Cártamo é extraída das sementes de uma planta com aspecto muito semelhante ao açafrão. As sementes sempre foram muito utilizadas pelos povos, principalmente hebreus (de onde a planta tem sua origem) para tingir tecidos e também para corantes e aromatizantes alimentícios. Também pode ser utilizado como componentes de tintas e, por fim, em saladas e outros alimentos durante as refeições, substituindo o óleo de cozinha tradicional.

Composição

Não é por acaso que o Óleo de Cártamo oferece tantos benefícios para o corpo, tanto para a saúde quanto para a parte estética. Ele possui: ômega 6 e ômega 9, ácidos graxos importantes para a função cerebral, sistema nervoso e também para o cardiovascular; vitamina E, já bastante conhecida pela sua propriedade antioxidante; fitoesterois que contribuem para a redução do colesterol; vitamina A e K. Em 9 g de Óleo de Cártamo temos 30% de vitamina E, 16% de gordura (saturadas, monoinsaturadas e poli-insaturadas) e 4% de calorias.

todos os Benefícios do óleo de cártamo


Seus principais benefícios são advindos do elevado teor de ácido linoleico e oleico, além da pequena quantidade de ácido linolênico. O composto linoleico é um ácido graxo essencial para a alimentação humana e para conservação das funções primárias no organismo. Ele é responsável por deixar a pele viçosa, proteger os fios capilares, causar a cicatrização, entre outras coisas. Esse ácido, ao ser associado com exercícios físicos, diminui os teores de colesterol plasmático, além de diminuir a gordura e aumentar a massa magra.

Leia também: CLA (Ácido linoléico conjugado) – Para que serve, benefícios e efeitos colaterais

Devido ao alto teor de ácido linoleico no óleo de cártamo, a diminuição das gorduras localizadas e o aumento de massa magra podem ser vistos, especialmente quando o uso é adicionado a uma alimentação saudável e moderada, e a exercícios físicos regulares.

Com todos esses nutrientes é de se esperar que os benefícios do Óleo de Cártamo sejam muitos. Por exemplo, por ser rico em ômega 6 consegue suprir até 70% das necessidades diárias do nosso corpo. Ele consegue trazer vários benefícios como melhorar o funcionamento do sistema imune, ajuda na cicatrização de feridas, tanto internas quanto externas, ajuda na redução da gordura localizada e diminui a queda capilar. Veja abaixo outros benefícios que o Óleo de Cártamo apresenta.

Ação antioxidante

A presença de vitamina E em abundância é a grande responsável por essa propriedade tão importante do Óleo de Cártamo. Ela é uma vitamina lipossolúvel e como toda substância antioxidante tem como função principal eliminar os radicais livres que envelhecem as células e são responsáveis por causar doenças e participar do desenvolvimento do câncer. Essa vitamina é o composto de 8 substâncias com funções específicas e entre elas temos o a-tocoferol, o que possui maior poder antioxidante. A vitamina consegue agir no nosso corpo 200 vezes mais rápido do que antioxidantes sintéticos.

Sistema cardiovascular

A doença crônica que mais mata, atualmente, é a hipertensão arterial. Ela se desenvolve devido ao acúmulo do LDL, um tipo de colesterol, que se fixa na parede das artérias aumentando a pressão sanguínea dentro dos vasos. Um estudo realizado em 2014 com ratos, durante 30 dias, conseguiu verificar uma redução de peso e aumento do HDL (colesterol bom) nos grupos que realizaram uma dieta normolipídica com suplementação de óleo de cártamo. Isso acontece porque o óleo consegue reduzir uma lipoproteína responsável por carrear o LDL para a corrente sanguínea.

Promove maior saciedade

Esse mesmo estudo com ratos também pode constatar que, as cobaias que se ingeriram a suplementação de óleo de cártamo se alimentaram com menos frequência. Isso sugere que essa substância aumenta a sensação de saciedade e assim, ajuda na perda de peso. O óleo promove um esvaziamento mais lento do estômago e isso faz que o os receptores presentes na parede desse órgão mande sinais de satisfação por mais tempo ao nosso cérebro.


O óleo de cártamo ajuda a perder peso?

Bem, esse benefício ainda se encontra em estudo. O que se sabe até agora é que o ômega 6 presente no óleo ajuda a reduzir um tipo de gordura chamada de “marrom”, também chamada de gordura visceral. Recebe esses nomes por causa da sua coloração (por conta dos vasos sanguíneos que passam por esse tecido) e porque ficam ao redor dos órgãos para geração de manutenção de calor. Mas, a gordura que o nosso corpo usa como fonte de energia é a branca, aquela gordura localizada que a gente não gosta. Portanto, até agora não se sabe se o óleo de cártamo é mesmo capaz de fazer esse tipo de gordura sumir do nosso corpo.

De qualquer forma, ainda que não atinja a gordura branca, é muito importante reduzir as taxas de gordura visceral porque ela é a causadora de muitos problemas de saúde.

Como age no organismo

O óleo age na gordura localizada, principalmente na área do abdômen, a qual é utilizada como energia. O cártamo proporciona saciedade às pessoas que o consomem, diminuindo a ingestão de alimentos ricos em caloria. Para aqueles que realizam atividades físicas, o óleo proporciona um aumento da energia e uma melhora no sistema imunológico. O metabolismo de lipídios e a produção da insulina são normalizados com o uso reincidente do produto. Regularizando a produção dessas duas, o corpo retém menos gordura, principalmente na área do abdômen inferior.

Devido às substâncias graxas contidas no óleo, o organismo fica protegido contra oxidantes, além de melhorar a produção de substâncias anti-inflamatórias.

Porém, não existem muitos estudos em relação ao uso do cártamo, principalmente no que tange a quantidade necessária e benéfica para o corpo. É possível que ingerir uma grande quantidade do óleo possa, ao invés de proporcionar bons resultados, fazer mal ao organismo.

Efeitos colaterais do óleo de cártamo: DOSES ALTAS

Alguns dos efeitos colaterais que é possível ver em pessoas que consomem mais do que o necessário do óleo são um aumento da glicose e da insulina, as quais foram vistas em exames de jejum em pacientes submetidos a doses altas do cártamo:

assim como aumento de resistência à insulina;
aumento da peroxidação lipídica;
diminuição do colesterol bom em pessoas com hipertensão, entre outros.
Por isso, é imprescindível o consumo correto do óleo depois de uma consulta a um profissional.

suplemento de óleo de cártamo emagrece

Contraindicações do Óleo de Cártamo

Não há uma quantidade significativa de contraindicações para o óleo de cártamo a não ser as comuns. Por exemplo, o grupo de risco como gestantes, lactantes, idosos e crianças devem evitar o consumo já que ainda não existem estudos específicos para os mesmos. E para os adultos, a orientação é a de procurar um profissional como um nutrólogo ou nutricionais para saber se você realmente precisa de suplemento e qual a quantidade.

Quantidade ideal e formas de consumo

A quantidade base é a de 9 g por dia. Você pode consumir o óleo na sua forma líquida, no tempero de saladas e alimentos ou então, como cápsula em suplementos. Na primeira hipótese, o ideal é ingerir 2 colheres de chá por dia e na segunda, 2 cápsulas por dia dão conta do recado. Caso deseje utilizá-lo para fazer refogados e outros alimentos que são levados ao fogo, o ideal é colocar o alimento em fogo brando. Quando o óleo fica superaquecido as suas moléculas começam a se desfazer e tendem a se unir de forma a transforma em gordura saturada, ou seja, que faz mal ao nosso organismo.

Como tomar o óleo de cártamo

Você pode acrescentar esse benéfico óleo aos alimentos, acrescentando-o à comida ou o ingerindo em cápsulas. Várias receitas podem ser feitas para dar ainda mais sabor ao alimento com o óleo. Usado como tempero, seja em saladas ou em outras receitas, o óleo deve ser usado, normalmente, em uma quantidade não superior a uma colher de sopa.

Já o óleo comercializado em cápsulas já vem em doses corretas, prontas para o consumo. Algumas das marcas que produzem o óleo em cápsulas são a Herbarium, a Vital Natus, entre outros, e podem ser encontradas em lojas especializadas em produtos naturais e em farmácias.

Preços do óleo de cártamo como suplemento
A média de preços dos laboratórios nacionais é de R$58,00 a embalagem com 90 cápsulas, os importados vendidos aqui no Brasil pelo nome de LA que possui junto a sua fórmula também vitamina E, tem média de preço de R$100,00 embalagens com 100 cápsulas.

Consumo em excesso

O nosso corpo é bastante complexo e como já dizia a frase “somos o que comemos” é preciso ter cuidado. Existe uma proporção a ser seguida entre os níveis de ômega 3 e ômega 6 que é de 5/1. Esse equilíbrio é importante já que este, em excesso, pode desencadear um processo inflamatório e, aquele é um agente anti-inflamatório. O excesso de ômega 6 no corpo pode causar problemas artrite, depressão e até mesmo piorar doenças cardiovasculares preexistentes.

Qual óleo consumir?

É possível encontrar no mercado os mais diversos tipos de óleos naturais e que fazem bem a nossa saúde. Um já bastante divulgado é o óleo de coco e também o de girassol. Em comparação a eles, o óleo de cártamo oferece uma quantidade menor de calorias e também possui uma taxa muito menor de gordura saturada. Porém, em matéria de ação antioxidante, o óleo de girassol sai na frente com vantagem pois possui muito mais vitamina E em sua composição.

Referências:
BATISTA, Ellencristina da Silva; COSTA, André Gustavo Vasconcelos; PINHEIRO-SANT’ANA, Helena Maria. Adição da vitamina E aos alimentos: implicações para os alimentos e para a saúde humana. Rev. Nutr., Campinas, v. 20, p. 525-535, Oct. 2007.
CAMPANELLA, Luciane Coutinho de Azevedo; SILVA, Aline Correa da; FREYGANG, Joseane; MAGRO, Débora Delwing Dal. Efeito da suplementação de óleo de cártamo sobre o peso corporal, perfil lipídico, glicídico e antioxidante de ratos wistar induzidos à obesidade. Rev. Ciênc. Farm. Básica Apl., v. 35, n. 1, p. 141-147. 2014

sexta-feira, 22 de abril de 2016

ARTROSE CERVICAL

Artrose Cervical

A Artrose Cervical é uma doença inflamatória, degenerativa e crônica que acomete a cartilagem articular e as vértebras da região cervical. O diagnostico é realizado através da história clínica e pelos  sintomas apresentados pelo paciente, em conjunto com exames de raio x , ressonância magnética e tomografia computadorizada da coluna.

Causas

Desgaste natural da articulação;
Fraturas ou lesões sobre a articulação;
Fatores genéticos;
Movimentos repetitivos;
Deformidades ou alterações posturais.

Sintomas

Dor no pescoço;
Dor de cabeça do tipo tensional;
Rigidez e limitação dos movimentos;
Sensação de ter areia dentro da coluna ao movimentar o pescoço;
Dormência ou formigamento na região do pescoço (cervical), ombros e braços podendo estender-se ate as mãos e os dedos.

Tratamento

Uso de analgésicos e anti-inflamatórios;
Na fase aguda é indicado o uso de órteses para imobilizar o local;
Reeducação postural;
Tratamento fisioterápico;
Em casos mais graves a cirurgia é indicada.

Alguns Exercícios que podem ajudar


Alongamento Cervical: 

Fortalecimento Cervical:

Mobilidade Articular:

SÍNDROME DO DESFILADEIRO TORÁCICO

Síndrome do Desfiladeiro Torácico é a compressão das estruturas neurovasculares que passam entre a primeira costela e a clavícula. Estas compressões normalmente são provocadas pela presença de estruturas anômalas, como bandas fibrosas, costelas cervicais e retrações musculares. 

As estruturas mais afetadas são: 

  • o plexo braquial, a veia subclávia e a artéria subclávia que podem ser comprimidas em 3 passagens, sendo elas:


  1. Triângulo Interescalênico (delimitado pelo músculo escaleno anterior, músculo escaleno médio e a face medial da primeira costela);
  2. Triângulo Costoclavicular (delimitado pelo terço médio da clavícula, primeira costela e borda superior da escápula);
  3. Espaço Subcoracóide (abaixo do processo coracóide e o tendão do músculo peitoral menor).

O diagnóstico 

Deve ser realizado através da história clínica e pelos sintomas apresentados pelo paciente, juntamente com exames complementares de raio x, ressonância magnética, tomográfica computadorizada e angiografia arterial ou venosa.

Causas

Alteração posturais ou anatômicas;
Alterações musculares como hipertrofia do músculo peitoral maior e escaleno;
Fatores Congênitos como costela cervical, processo transverso longo da sétima vértebra cervical ou feixe fibro muscular anômalo na saída torácica;
Trauma direto (Ex: acidentes automobilísticos);
Fratura das costelas e da clavícula;
Escápulas (omoplatas aladas);
Movimentos repetitivos com o tórax;
Pode-se desenvolver durante a gravidez, desaparecendo após o parto.

Sintomas

Os sintomas podem variar dependendo de onde se localiza a compressão (nervo ou vaso sanguíneo);
Dor na região inferior do pescoço (cervical e dorsal alta);
Dor que pode irradiar para os ombros, braços ou mãos;
Dor ao realizar movimentos com os braços elevados;
Formigamentos no braço, nas mãos e nos dedos;
Vermelhidão ou aparência da pele azulada;
Edema no membro superior;
Diminuição da força dos dedos da mão;
Dificuldade na coordenação;
Perda da sensibilidade;
Perda de pulso palpável e palidez da mão.

Tratamento

Uso de analgésicos e anti-inflamatórios;
Repouso;
Em casos de obesidade perda de peso;
Correção e reeducação dos hábitos posturais;
Tratamento fisioterápico;
Tratamento osteopático;
Bloqueios anestésicos locais nos pontos de gatilho (bandas musculares contráteis);
Em casos mais graves a cirurgia é indicada, como a remoção de uma costela cervical, entre outros tipos cirúrgicos.

Alguns Exercícios que podem ajudar

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