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quinta-feira, 27 de outubro de 2011

EDUCAÇÃO FÍSICA ADAPTADA

Educação Física Adaptada: Esporte e Inclusão Social

  • Podemos analisar que no decorrer dos anos, as escolas do ensino fundamental e médio passaram por transformações tanto no nível do quadro docente, quanto à forma de trabalhar,
  • em virtude destas mudanças muitas escolas passaram por reformas estruturais bem como os objetivos a serem alcançadas.
  • Sabe-se que o professor de educação física e sua qualificação ao trabalho com crianças portadoras de deficiência, , onde a metodologia adotada, vem a realizar-se nas escolas particulares, estaduais e municipais.
  • Sabe-se que a função do esporte na inclusão social de deficientes físicos é muito importante e positiva para os mesmos.

Educação Física Adaptada e Inclusão no Meio Escolar

  • No atual sistema educacional nos deparamos com uma proposta de ensino/aprendizagem, priorizando a diversidade e a inclusão. 
  • Nos dias de hoje é comum encontrar pessoas com necessidades especiais nas escolas regulares. 
  • Este novo sistema educacional requer conhecimentos, e idéias novas que tenham o objetivo maior de incluir todos, independente de qualquer de condição física. 
  • Segundo James (2010, p. 20):
  • já afirmava que a educação é a organização dos recursos biológicos do indivíduo, de todas as capacidades de comportamento que fazem adaptável ao meio físico e mental
  • Se indivíduos são seres adaptáveis, as formas de integração de qualquer meio e situação, com certeza podem ser adaptadas. 
  • Sendo assim defende-se que a Educação Física é uma ferramenta educacional de interação e cooperação, deve ser trabalhado a fim de atender a todos os alunos; desenvolvendo atividades físicas, recreativas e psicomotoras que desenvolvam as habilidades, que socializem as potencialidades individuais. 
  • Segundo os Parâmetros Curriculares Nacionais (PCN’S, 1997) o ensino da Educação Física deve respeitar o que a criança traz em si mesma, uma educação que priorize poderes sobre ela, desafiando-a a que lhe dê autodomínio, autoconfiança e autonomia.

EDUCAÇÃO FISICA ESCOLAR E INCLUSAO DE ALUNOS COM SD-SÍNDROME DE DOWN

  • A Síndrome de Down (SD) é um distúrbio genético causado pela presença de um cromossomo 21 extra. 
  • Geralmente está associada à alguma dificuldade de habilidade cognitiva (abaixo da média) e desenvolvimento físico, tendo uma tendência maior à problemas cardíacos, respiratórios, hipotonia e a instabilidade atlanto-axial:
  • * Atlanto-axial, que significa um movimento maior do que o usual entre a primeira e a segunda vértebra do pescoço. Estima-se que 15% das crianças com síndrome de Down apresentem essa condição. A instabilidade atlanto-axial, é uma preocupação por causa do risco presumido de danos na espinha dorsal, caso uma das vértebras pressione a mesma.
  • A instabilidade atlanto-axial, sem a pressão sobre a coluna não apresenta sintomas. A instabilidade atlanto-axial, com pressão pode apresentar os seguintes sintomas: fadiga, dificuldades para andar, modo de andar anormal, dores no pescoço, mobilidade do pescoço limitada, inclinação da cabeça, falta de coordenação, espasmos musculares e reflexos exagerados. As crianças com síndrome de Down que apresentarem esses sintomas precisam ser avaliadas imediatamente, tendo sido ou não diagnosticadas com instabilidade atlanto-axial.
  • A natação é considerada um dos esportes mais completos e proporciona uma estimulação motora aquática fundamental ao progresso de crianças e adolescentes com Síndrome de Down. Durante a aula ou a execução dos exercícios a água serve como um grande aliado ao estímulo tátil.
  • A interação das pessoas com SD na natação influencia o aluno na relação de segurança junto ao professor, melhora da confiança no meio líquido e aproxima a comunicação com outros alunos. 
  • O objetivo da atividade será proporcionar o fortalecimento da musculatura; melhorar o condicionamento cardiorrespiratório,equilíbrio, postura e coordenação; proporcionar relaxamento das estruturas de sustentação (coluna vertebral) e favorecer a interação do aluno Síndrome de Down com o professor e os demais alunos; 
  • Considerem  a importância da inclusão social de um aluno Síndrome de Down num ambiente aquático. com duração, em média, de 40 minutos que avaliam o comportamento e o desenvolvimento de um SD.

INCLUSÃO ESCOLAR DE ALUNOS COM DEFICIÊNCIA FÍSICA

  • Os profissionais de Educação devem de realizar um trabalho pedagógico para promover a inclusão e a permanência desses  alunos no ambiente escolar. Mas afinal, como promover a inclusão de um aluno com deficiência física em sala de aula ou numa aula de Educação Física?
  • A escola precisa buscar alternativas para que ele tenha acesso a uma educação inclusiva de qualidade.
  • Promover a acessibilidade atitudinal e instrumental de modo a garantir a inclusão e a permanência do aluno em sala de aula.
- Permitir que o aluno desempenhe suastarefas escolares de forma mais autônoma possível. 
- Desenvolver a aprendizagem no aluno.

  • Atividades
A reação assustada da turma perante a entrada de Lucas na sala de aula demonstra que ascrianças nunca tiveram contato com outras pessoas com deficiências, por esse motivo, a educadora precisa conversar com a turma, com o intuito de conscientizar e superar preconceitos, para que eles passema ver e a tratar o colega com deficiência sem discriminação. A professora fará a leitura do livro infantil “Júlia e seus amigos”. Esse livro foi escrito por uma pessoa com deficiência que sempreestudou em escolas regulares e retrata a valorização à diversidade e respeito às diferenças, contribuindo para educação inclusiva e para o rompimento de barreiras atitudinais. 
  • Estratégias
É necessário que o professor desenvolva estratégias de ensino capazes de promover uma participação efetiva do aluno com deficiência nas atividades escolares, fazendo uso de Tecnologia Assistiva (TA)

CONCEITOS BÁSICOS




http://www.educabrasil.com.br/eb/dic/dicionario.asp?id=248
http://www.efdeportes.com/efd131/educacao-fisica-escolar-e-inclusao-educacional.htm

Deficiência - toda perda ou anormalidade de uma estrutura ou função psicologica, fisiologica ou anatômica que gere incapacidade para o desempenho de atividade, dentro do padrão considerado "normal" para o ser humano (art. 3º do Decreto 3.298, de 20 de dezembro de 1999, que regulamenta a Lei 7.853, de 24 de outubro de 1989, e dispõe sobre a Politica Nacional para a integração da Pessoa Portadora de Deficiência).


Pessoa com Deficiência - pessoa que está "abaixo" dos padrões estabelecidos pela sociedade como "normalidade", por motivos físicos, sensoriais, orgânicos ou mentais, e em consequência dos quais se vê impedida de viver plenamente.

A ICIDH (Classificação Internacional de Deficiências, Incapacidades e Desvantagens) propõe uma classificação da conceituação de deficiência que pode ser aplicada a vários aspectos da saúde e da doença, sendo um referencial unificado para a área. Estabelece, com objetividade, abrangência e hierarquia de intensidades, uma escala de deficiências com níveis de dependência, limitação e seus respectivos códigos, propondo que sejam utilizados com a CID pelos serviços de medicina, reabilitação e segurança Social.
Por essa classificação são conceituadas:

Deficiência: perda ou anormalidade de estrutura ou função psicológica, fisiológica ou anatômica, temporária ou permanente. Incluem-se nessas a ocorrencia de uma anomalia, defeito ou perda de um membro, orgão, tecido ou qualquer outra estrutura do corpo, inclusive das funções mentais. Representa a exteriorização de um estado patologico, refletindo um disturbio organoco, uma pertubação no orgão.

Incapacidade: restrição, resultante de uma deficiência da habilidade para desempenhar uma atividade considerada normal para o ser humano. Surge como consequencia direta ou é resposta do individuo a uma deficiência psicológica, física, sensorial ou outra. Representa a objetivação da deficiência e reflete os disturbios da própria pessoa, nas atividades e comportamentos essenciais à vida diária.


Desvantagem: prejuízo para o individuo, resultante de uma deficiência ou uma incapacidade, que limita ou impede o desempenho de papéis de acordo com a idade, sexo, fatores sociais e culturais.

Educação Física Adaptada - Programa individualizado de atividade física motora, que desenvolva os padrões fundamentais e as habilidades esportivas, como: danças, jogos e esportes, desenhados para ir de encontro às necessidades especiais de cada individuo na educação física.


Esporte Adaptado - Esporte modificado ou criado para ir de encontro às necessidades especiais de indivíduos com deficiências.


*A pratica Favorece:
  •  Melhoria e desenvolvimento de auto-estima, autovalorização e auto-imagem;
  • o estimulo à independencia e autonomia;
  • a sociabilização com grupos;
  • a experiência com suas possibilidades, potencialidades e limitações;
  • a vivencia de situações de sucesso e superação de situações de frustação;
  • a melhoria das condições organo-funcionais;
  • melhoria na força e resistência muscular global;
  • ganho de velocidade;
  • aprimoramento da coordenação motora global e ritmo;
  • melhora no equilibrio dinâmico;
  • a possibilidade de acesso a pratica do esporte como lazer, reabilitação e competição;
  • prevenção de deficiências secundárias;
  • promover e encorajar o movimento;
  • motivação para atividades futuras;
  • manutenção e promoção da saúde e condições físicas;
  • desenvolvimentos de habilidades motoras e funcionais para melhor ralização das atividades diarias;
  • desenvolvimento da capacidade de resolução de problemas.
CLASSIFICAÇÃO DE DEFICIÊNCIA 

- Temporária
- Definitiva
- Congênita
- Adquirida
- Progressiva
- Não Progressiva

DESENVOLVIMENTO INFANTIL

Os primeiros anos de vida de uma criança são marcados por grandes transformações e descobertas. Aos poucos, os pequenos começam a entender o mundo em que vivem e aprendem a lidar consigo mesmos e com os outros.http://revistaescola.abril.com.br/desenvolvimento-infantil/

As crianças têm uma maneira peculiar de entender o mundo, que vai aos poucos se perdendo, conforme elas têm acesso a novas informações. Entenda como os pequenos criam suas teorias.
EX: "brincar com sombra, descobrir se um objeto flutua ou não e criar teorias sobre isso, deslocar objetos em superfícies planas e inclinadas variando a velocidade e observando os resultados são bons exemplos de atividades que devem ser realizadas na Educação Infantil para mediar a apropriação do conhecimento científico pelas crianças".

Na narrativa infantil, realidade e ficção se misturam e convivem. Saiba como essas fantasias ajudam no desenvolvimento cognitivo da criança.


A percepção de que os eventos acontecem em sequência e têm uma duração determinada faz com que os pequenos comecem a ter a noção do tempo. Conheça melhor essa descoberta.

Aprender a se orientar por pontos de referência é uma etapa importante do desenvolvimento infantil. Entenda como a criança aprende a explorar o ambiente e os objetos a sua volta.


Os desenhos infantis evoluem à medida que as crianças crescem, e são uma boa radiografia desse processo. Saiba como os pequenos traduzem, no papel, sua percepção de mundo.

Os princípios éticos e a ideia de certo e errado estão ligados ao desenvolvimento da cognição e da afetividade dos pequenos. Veja como essa tomada de consciência acontece.

O desenvolvimento da sexualidade se inicia na infância e se estende por toda a vida. Saiba como abordar o tema em sala de aula e responder as dúvidas dos pequenos.

CONSTRUÇÃO DAS NOÇÕES DE PENSAMENTO: SALA DE AULA X EDUCAÇÃO FÍSICA

*SALA DE AULA- NOÇÕES LÓGICAS DE PENSAMENTO: CLASSIFICAÇÃO, SERIAÇÃO, CONSERVAÇÃO...

*EDUCAÇÃO FÍSICA- TODAS AS NOÇÕES LÓGICAS(DEPENDENDO DE COMO O PROFESSOR ELABORA AS ATIVIDADES) E AS INFRALÓGICAS COMO ESPAÇO E TEMPO E MAIS DIRETAMENTE COM A SENSÓRIO-MOTORA(COORDENAÇÕES MOTORAS). NA VERDADE, AS NOÇÕES DE PENSAMENTO PARTEM DESSAS DUAS ÚLTIMAS NOÇÕES.

É POR ISSO QUE A EDUCAÇÃO FÍSICA NÃO É UMA DISCIPLINA QUE "AUXILIA" AS OUTRAS E SIM "ELA AGE POR SI", CONSTRUINDO AS NOÇÕES LÓGICAS  DE PENSAMENTO NA CRIANÇA DA MESMA FORMA QUE SE CONSTRÓI EM SALA DE AULA...O QUE DIFERE É O CONTEÚDO CURRICULAR!

CONSTRUÇÃO DAS NOÇÕES ESPAÇO-TEMPO X ATIVIDADES

"PEÇA A PEÇA O MUNDO INTERIOR DE UMA CRIANÇA OU PENSAMENTO SE CONSTRÓI!..."


A partir dos 2 anos de idade, em média, as crianças começam a incorporar algumas noções de direção e de orientação espacial como dentro/fora, no alto/embaixo, direita/esquerda, desde/até ou dia/noite. Compreender os fenômenos naturais implica, em primeiro lugar, a elaboração dos conceitos de tempo (duração, sucessão e ritmos) e de espaço, que são especialmente trabalhados na pré-escola - embora sejam revistos ao longo de toda a vida, de acordo com as experiências que vivemos e que caracterizam o ritmo de cada um de nós.http://revistaescola.abril.com.br/creche-pre-escola/natureza-sociedade-pre-escola-636865.shtml?page=3.4

-ATIVIDADES RÍTMICAS:
OS PROFESSORES DEVEM ESTIMULAR A REALIZAÇÃO DE ATIVIDADES RÍTMICAS, COM A PREOCUPAÇÃO DE DESENVOLVER A NOÇÃO DE TEMPO NAS CRIANÇAS.AS ATIVIDADES COM MÚSICA, DANÇAS FOLCLÓRICAS CAPOEIRA, DANÇA ACOMPANHANDO A LETRA DA MÚSICA, O USO DE INSTRUMENTO, DA VOZ, PALMAS, ESTALAR DE DEDOS, DEPENDENDO DAS CONDIÇÕES DE CADA ESCOLA, PODEM SER PROPOSTOS NUM PROGRAMA CURRICULAR DE EDUCAÇÃO FÍSICA.

-ESPAÇO E TEMPO NÃO SÃO CATEGORIAS ACESSÍVEIS AO NOSSO "MECANISMO SENSORIAL", POIS NINGUÉM VÊ O TEMPO OU ESPAÇO!...VEMOS OS OBJETOS, AS PESSOAS!

-NO ENTANTO,NAS NOSSAS AÇÕES COM ESSES OBJETOS ESTRUTURAM-SE NOÇÕES QUE REPRESENTAM AÇÕES QUE SE RELACIONAM A UMA ORDEM, UMA REGULARIDADE DE ACONTECIMENTOS, OS QUAIS VÃO FORMANDO UMA IDÉIA DE TEMPO!

*CORRER MAIS=(TEMPO + LONGO/ ESPAÇO=TRAJETÓRIA >)  
*CORRER MENOS=(TEMPO + CURTO/ ESPAÇO=TRAJETÓRIA <) 


*CHEGAR ANTES=(TEMPO CURTO=RÁPIDO)
*CHEGAR DEPOIS=(TEMPO LONGO=LENTO)

OBS:UMA DAS FORMAS QUE AS CRIANÇAS TÊM DE ADIVINHAR O TEMPO MARCADO É POR UM CERTO RÍTMO DE CORRIDA QUE PODEM ESTABELECER. É UMA ATIVIDADE MUITO UTILIZADA POR AQUELES QUE REALIZAM TRABALHOS DE INICIAÇÃO EM ATLETISMO, COMO CORRIDAS DE LONGA DISTÂNCIA COM POUCA INTENSIDADE OU CURTA DISTÃNCIA COM MUITA INTENSIDADE)

*A*- 2 A 2(UMA CRIANÇA ALTA E UMA MAIS BAIXA)-

CORRER ATÉ A PILASTRA E  VOLTAR ANDANDO EM PASSOS LARGOS E PEGAR A BOLA E COLOCAR NUMA CAIXA:O TEMPO QUE CADA CRIANÇA LEVARÁ PARA REALIZAR A ATIVIDADE PARA DESENVOLVER A NOÇÃO DE TEMPO E ESPAÇO DEPENDERÁ DA INDIVIDUALIDADE DE CADA UMA QUANTO ÀS SUAS QUALIDADES FÍSICAS ADQUIRIDAS COMO  VELOCIDADE,COORDENAÇÃO, AGILIDADE... E BIOTIPO COMO TAMANHO DE CADA UMA,TIPO DE FIBRAS MUSCULARES  FISIOLOGIA COMO DISPOSIÇÃO PARA REALIZAR A ATIVIDADE(CRIANÇAS BEM OU MAL ALIMENTADAS)... 

*B*- O PROFESSOR AVISA AS CRIANÇAS QUE VAI MARCAR NO RELÓGIO UM CERTO TEMPO, POR EXEMPLO, 15 SEGUNDOS.AO SINAL DE INÍCIO, AS CRIANÇAS TENTAM CALCULAR MENTALMENTE O TEMPO INDICADO. CONFORME SEUS CÁLCULOS, ELAS INFORMAM O PROFESSOR QUANDO ACHAM QUE O RELÓGIO CHEGOU AOS 15 SEGUNDOS.TERMINADA A TAREFA, O PROFESSOR REVELA QUAL DELAS CHEGOU MAIS PRÓXIMO DO TEMPO ESTABELECIDO.(NESSA ATIVIDADE APENAS SE PRETENDE DAR UM REFERENCIAL MÍNIMO DE TEMPO PARA A ATIVIDADE QUE VEM A SEGUIR NA LETRA "C").

*C*- AQUI O OBJETIVO A SER ATINGIDO É QUE AS CRIANÇAS, POUCO A POUCO, COMPATIBILIZEM SEU RÍTMO DE CORRIDACOM O TEMPO
ESTIPULADO:AS CRIANÇAS SE ORGANIZAM EM GRUPOS DE TRÊS, CINCO OU OITO CRIANÇAS.O PROFESSOR COMBINA COM ELAS UM TEMPO A SER CRONOMETRADO.A UM SINAL, ELAS PARTEM CORRENDO PELA ÁREA DE EDUCAÇÃO FÍSICA, E QUANDO JULGAREM QUE O TEMPO TERMINOU, INFORMAM AO PROFESSOR


*OUTRAS ATIVIDADES:

-Quando o aluno ajusta os ponteiros e descobre o tempo:Para dominar a noção de tempo, a criança pequena precisa desenvolver a percepção sobre a sequência dos eventos e sua duração.http://revistaescola.abril.com.br/crianca-e-adolescente/desenvolvimento-e-aprendizagem/quando-aluno-ajusta-ponteiros-497827.shtml


-Ao explorar objetos e ambientes variados, a criança vai montando uma representação do espaço e aprende a se orientar por pontos de referência.http://revistaescola.abril.com.br/crianca-e-adolescente/desenvolvimento-e-aprendizagem/peca-mundo-constroi-espaco-pontos-referencia-crianca-lateralidade-reversibilidade-503957.shtml



  

quarta-feira, 19 de outubro de 2011

PRÉ-ESCOLA DE ACORDO COM "PDC's"



http://revistaescola.abril.com.br/gestao-escolar/diretor/como-organizar-rotina-creches-pre-escolas-organizacao-gestao-tempo-propostas-simultaneas-momentos-espera-544865.shtml  


De acordo com os PCN’s (1998,p.30), para que as aprendizagens infantis ocorram com sucesso, é preciso que o professor utilize, na organização do trabalho educativo as seguintes considerações:

• A interação com crianças da mesma idade e de idades diferentes em situações diversas
como fator de promoção da aprendizagem e do desenvolvimento e da capacidade de
relacionar-se;

• Os conhecimentos prévios de qualquer natureza, que as crianças já possuem sobre o
assunto, já que elas aprendem por meio de uma construção interna ao relacionar suas
idéias com as novas informações de que dispõem e com as interações que estabelece;

• A individualidade e a diversidade;

• O grau de desafio que as atividades apresentam e o fato de que devam ser significativas
e apresentadas de maneira integrada para as crianças e o mais próximas possíveis das
práticas sociais reais;

• A resolução de problemas como forma de aprendizagem.
Essas considerações podem estruturar-se nas seguintes condições gerais relativas às
aprendizagens infantis a serem seguidas pelo educador em sua prática educativa.
Outro aspecto importante da brincadeira é o fato de possibilitar a criança a satisfação de
atuar livremente sobre determinadas situações. Muitas vezes o adulto impede que a criança
desenvolva suas habilidades por não estar ciente de que a brincadeira para a criança é
necessária uma vez que ela traz enormes contribuições ao desenvolvimento dessas
habilidades, visto que as brincadeiras facilitam o crescimento corporal, de força e resistência
física, de coordenação preceptora.

Brincando a criança aprende a decidir, ter opinião própria, descobre seu papel e seus
limites. Através do brinquedo ela descobre o prazer e satisfação de criar. Expressa sua
necessidade de explorar o mundo, a partir do domínio das habilidades de comunicação, nas
mais variadas formas, facilitando a auto-expressão. Além de colaborar no desenvolvimento
intelectual por meio de exercício de atenção, e também pelo uso progressivo de processos
mentais mais complexos como comparação e discriminação, e pelo estimulo à imaginação.

“A criança em idade pré-escolar envolve-se num
mundo ilusório e imaginário onde os desejos não
realizáveis podem ser realizados e esse mundo é o
que chamamos de brinquedo!” VYGOTSKY
(1992,p.92).

As brincadeiras quer através de jogos ou não, propiciam ainda a socialização, pelo
exercício de vários papeis sociais, com as suas normas de conduta e pela formação de
lealdades sociais. Ajudam a descoberta do EU e do OUTRO (social e cultural) contribuindo
para a difícil construção da identidade cultural.
“Jogo supõe relação social, interação. Por isso, a
participação em jogos e brincadeiras contribui para a
formação de atitudes sociais, respeito mútuo,
solidariedade, iniciativa pessoal e grupal. É jogando
e brincando que a criança aprende o valor do grupo
como força integradora e o sentido de competição e
da colaboração consciente e espontânea” RIZZI e
HAYDT (1987,p.15).

Quando brinca a criança, alivia tensões, descarrega energia, assimila a realidade do
mundo que a cerca. Beneficia-se culturalmente, pois os modelos de comportamentos,
conhecimentos, crenças e valores são graças as brincadeiras mais facilmente transmitidas de
uma geração a outra, e cujo desdobramento é instigado pelas atividades criadoras.


“Sendo parte integrante da vida em geral, a atividade
lúdica tem uma função vital para o indivíduo, não só
para distração e descarga de energia, mas
principalmente como forma de assimilação da
realidade, além de ser expressão de idéias
culturalmente útil para sociedade como
comunitárias” RIZZI e HAYDT (1987,p.9).

As atividades lúdicas são valiosas para o indivíduo particularmente nos anos cruciais da
infância, nos quais se assentam os alicerces da personalidade, e para a sociedade, cujo bem
estar é condicionado pelo ajustamento dos seus membros e por sua ascensão social, ambos
capazes de serem ajudados pelas atividades lúdicas.

Através da atividade lúdica, a criança faz pequenos ensaios sobre os papéis que
possivelmente irá desempenhar quando adulta, pois quando brinca por exemplo, de faz de
conta, a criança geralmente assume a identidade do adulto. Segundo RAABE “Brincando a
criança se inicia na representação de papeis do mundo adulto que irá desempenhar mais
tarde” (1987,p.132).

Tudo aquilo que na vida real passa despercebido pela criança, passa a receber destaque
quando esta começa a brincar. Daí é que através das atividades lúdicas, a criança exercita sua
capacidade de percepção e assimilação do real.

Em suma, BRINCAR é VIVER. Mesmo quando se é adulto, o lúdico não desaparece de
nossa experiência. Apresenta-se de formas especializadas. E enquanto existir vida, sempre
existirá brincadeiras. Assim:

“O lúdico significa a construção criativa da vida
enquanto ela é vivida. É um fazer o caminho
enquanto se caminha; nem se espera que ela esteja
pronto, nem se considera que ele ficou pronto; neste
caminho criativo foi feito (esta sendo feito) com a
vida no seu ir e vir, no seu avançar e recuar. O
lúdico é a vida se construindo no seu movimento”
LUCKESI (1994,p.115).

Compreender, conhecer e reconhecer o jeito particular das crianças serem e estarem no
mundo é o grande desafio da educação infantil e de seus profissionais. Embora os
conhecimentos derivados da psicologia, antropologia, sociologia, medicina e outras possam
ser de grande valia para revelar o universo infantil apontando algumas características comuns
das crianças, elas permanecem únicas em suas individualidades e diferenças.

*NATUREZA  E SOCIEDADE NA PRÉ-ESCOLA=(FENÔMENOS NATURAIS/COSTUMES DE DIFERENTES CULTURAS/RESPEITAR E VALORIZAR A DIVERSIDADE ÉTNICA E CULTURAL/NORMAS DA VIDA EM SOCIEDADE):http://revistaescola.abril.com.br/creche-pre-escola/natureza-sociedade-pre-escola-636865.shtml

*

A CRIANÇA X BRINCAR


“O brinquedo faz parte da vida da criança. Ele simboliza a relação pensamento-ação e, sob este ponto, constitui provavelmente matriz de toda atividade lingüistica, ao tornar possível o uso da fala, pensamento e da imaginação” ALMEIDA (1994,p.26).

PIAGET com a finalidade de distinguir brinquedo de atividades não lúdicas, propõe os seguintes critérios para brincar: “Ter um fim em si; - Ser uma atividade espontânea; - Ser uma atividade de prazer; - Ter uma relativa falta de organização; - Ser caracterizada como um comportamento livre de conflito” (1986,p.132).



O brinquedo desempenha um importante papel no desenvolvimento das habilidades
verbais da criança; já que através dos brinquedos a criança tanto se comunica com o seu
companheiro de brincadeira, como tenta se comunicar com o seu próprio brinquedo,
desenvolvendo pequenos diálogos. Uma criança quando brinca de boneca por exemplo,
conversa com a mesma como se esta tivesse vida, procurando usar a linguagem que
naturalmente só usa quando está brincando, ou seja, a criança tenta conversar com a boneca de
forma correta, tentativa de não apenas copiar a linguagem do adulto, mas de criar também a
sua própria maneira de comunicar-se.
E sobre esta relação brinquedo e palavras, VYGOTSKY faz as seguintes considerações:

“No brinquedo, espontaneamente, a criança usa a sua
capacidade de separar significado de objetos sem
saber o que esta fazendo, da mesma forma que ela
não sabe estar falando em prosa e, no entanto, fala,
sem prestar atenção às palavras. Dessa forma, através
de brinquedo, a criança atinge uma definição
funcional de conceitos de objetos, e as palavras
passam a se tornar parte de algo concreto”
(1992,p.92).

Vale ressaltar que quando brinca a criança não está totalmente inconsciente, ou seja, não perde a noção do real; ela sabe que está apenas representando um objeto, situação ou fato, está consciente que a boneca em si não tem vida, por isso a própria criança fala com e pela boneca, ainda que esteja inconsciente de que está representando algo mais, que lhe escape por estar fora do campo de sua consciência no momento. Em síntese, o brinquedo proporciona o aprender – fazendo, o desenvolvimento da linguagem, o senso de companheirismo e a criatividade.

#CULTURA INFANTIL: 


Reconhece-se a importância e a necessidade de recuperação dos jogos e
brinquedos, considerados como alternativas eficazes para o fortalecimento dos processos
interativos e enriquecimento da cultura infantil. Assim é que, estudos de natureza etnográfica
procuram explicitar o brinquedo infantil dentro de cada cultura investigando o cotidiano da
criança. Na área da educação, teóricos assinalaram a importância do brinquedo infantil como
recurso para educar e desenvolver a criança, desde que respeitadas as características da
atividade lúdica.
Assim, o brinquedo representa uma parte indispensável no desenvolvimento infantil,
por manifestar o universo interior da criança, demonstrar as possibilidades de evolução no
aspecto emocional, afetivo, psicomotor, cognitivo e social. Por conseguinte, BRINCAR é a
maior e mais importante ocupação da criança e, de sobremaneira, esquecida pelo adulto. A
atividade lúdica, nesse sentido, confunde-se com a própria infância.
É possível através do brincar, perceber como a criança está se sentindo conhecer ainda
que superficialmente, seu caráter e personalidade.


“Brincando com bonecas que representam pessoas
de sua casa – papai, mamãe, etc. – as crianças
demonstram o que sentem em relação a cada uma
delas. Além disso, da razão a certos impulsos que
são forçados a recalcar na vida real: agressividade
para com os pais e para o irmãozinho, ou uma
grande afeição para uma pessoa da família”
BARROS (1991,p.118).

Várias são as informações que se pode obter de uma criança através da brincadeira.
Quando se observa uma criança brincando, pode-se perceber a forma espontânea com que se
expressa, cria idéias, inventa estórias e situações. Experimenta várias possibilidades de ação
dentro de uma realidade que, inclusive, podem ser transformadas conforme suas necessidades
e vontades.

“Todas as vezes que a realidade se torna aos olhos
da criança difícil de ser produzida ela a cria,
combinando- a de modo a compensar seus aspectos
menos assimiláveis” OLIVEIRA (1984,p.28).


“Brincando e jogando, a criança reproduz as suas
vivências, transformando o real de acordo com seus
desejos e interesses. Por isso pode-se dizer que,
através do brinquedo e do jogo, a criança expressa,
assimila e constrói a sua realidade” RIZZI e
HAYDT (1987,p.15).


“A brincadeira é uma linguagem infantil que
mantém um vínculo essencial com aquilo que é o
“não-brincar”. Se a brincadeira é uma ação que

ocorre no plano da imaginação isto implica que
aquele que brinca tenha o domínio da linguagem
simbólica. Isto quer dizer que é preciso haver
consciência da diferença existente entre a
brincadeira e a realidade imediata que lhe forneceu
conteúdo para realizar-se” PCN’s (1998,p.27).


Nesse sentido, para brincar é preciso apropriar-se de elementos da realidade imediata de
tal forma a atribuir-lhes novos significados. Essa peculiaridade da brincadeira ocorre por meio
da articulação entre a imaginação e a imitação da realidade. Toda brincadeira é uma imitação
transformada, no plano das emoções e das idéias, de uma realidade anteriormente vivenciada.
Isso significa que uma criança que, por exemplo, bate ritmicamente com os pés no chão
e imagina-se cavalgando um cavalo, está orientando sua ação pelo significado da situação e
por uma atitude mental e não somente pela percepção imediata dos objetos e situações.
O principal indicador da brincadeira, entre as crianças, é o papel que assumem enquanto
brincam. Ao adotar outros papéis na brincadeira, as crianças agem frente à realidade de
maneira não-literal, transferindo e substituindo suas ações cotidianas pelas ações e 

características do papel assumido, utilizando-se de objetos substitutos.
A brincadeira favorece a auto-estima das crianças, auxiliando-as a superar
progressivamente suas aquisições de forma criativa. Brincar, contribui assim, para a
interiorização de determinados modelos de adulto, no âmbito de grupos sociais diversos.
Essas significações atribuídas ao brincar transformam-no em um espaço singular de
constituição infantil.
A intervenção do educador é necessária para que, na instituição de educação infantil, as
crianças possam, em situações de interação social ou sozinhas, ampliar suas capacidades de
apropriação dos conceitos, dos códigos sociais e das diferentes linguagens, por meio da
expressão e comunicação de sentimentos e idéias, da experimentação, da reflexão, da
elaboração de perguntas e respostas, da construção de objetos e brinquedos. Para isso, o
educador deve conhecer e considerar as singularidades das crianças de diferentes idades, com
as quais trabalha respeitando suas diferenças e ampliando suas pautas de socialização.

EDUCADOR DA PRÉ-ESCOLA

#O B J E T I V O S

1- G E R A L

Identificar metodologias de ensino-aprendizagem que contemplem os conteúdos
das diversas áreas de linguagens na fase do pré-escolar, trabalhando o planejamento e
a execução das atividades de maneira motivadora e sedutora.

2- E S P E C Í F I C O S

• Identificar conceito e importância da Educação Infantil: Premissas de Discussão.

• Comparar a história da Educação Lúdica de ontem e de hoje, percebendo suas
peculiaridades metodológicas.

• Verificar como está se dando a formação continuada do educador que atua no ensino pré-escolar diante das exigências da Nova Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional(LDB).

• Reconhecer a importância do papel do lúdico, na atividade pedagógica como
elemento facilitador do processo maturacional das funções e habilidades
psicomotoras, referenciando estudo de acordo com as abordagens dos autores
como: Piaget, Paulo Freire, Vygotsky e outros.

• Destacar as fases do desenvolvimento infantil de acordo com Piaget,
caracterizando a importância dos jogos e brinquedos para a formação da criança.

• Constatar o objetivo do brincar na educação infantil, com base nos PCN’s e na
vivência escolar.


• Relevar  a importância do planejar na educação infantil, utilizando atividades
motivadoras e sedutoras, para melhor entendimento da criança nas diversas áreas
de linguagens.

ASPECTOS PROBLEMÁTICOS NA PRÉ- ESCOLA X SOLUÇÕES

 # ASPECTOS PROBLEMÁTICOS

Na prática profissional no ambiente pré-escolar, existem alguns aspectos problemáticos que necessitam de auxílio de  recursos metodológicos que poderá facilitar a docência do ensino aprendizagem da Educação Infantil. São eles:

• O educador muitas vezes não consegue provocar a criança a fazer uma reflexão
sobre o seu pensar, analisar com o grupo de crianças na idade pré-escolar, em
cima dos conteúdos que estão sendo implementados e estimulá-las a formalizarem
alternativas de soluções adotadas, as dificuldades encontradas e as novas
descobertas.

• A escola não permite muitas vezes que a criança tenha a liberdade de propor a
temática para que o professor implemente os conteúdos desenvolvidos em sala de
aula em direção ao interesse da mesma.

• O educador do pré-escolar muitas vezes não consegue estimular, de maneira
correta e ordenada a criança, não oferecendo atividades variadas e compatíveis
com as suas características e necessidades, para que essa possa ter um desenvolvimento harmônico, físico e mentalmente integrado, contribuindo assim para o desenvolvimento geral, como o aprendizado da escrita, leitura e linguagem.

• Vivenciamos também a falta da aptidão do educador para o trabalho com o préescolar,
onde o afeto e habilidade em estabelecer uma linguagem para um diálogo,
são fundamentais, pois o ato de ensinar as atitudes e decisões do professor são
pontos determinantes, para ajudar a criança a participar do seu processo de
desenvolvimento.

• O brincar na pré-escola, não é trabalhado na sua essência onde o educador não
objetiva previamente resultados a serem alcançados, acontecendo simplesmente o
brincar pelo brincar.

• A falta de uma formação adequada dos educadores referente ao tratamento do
brincar trabalhada em sala de aula ou não sempre objetivando previamente os
resultados.

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# QUESTIONAMENTOS RELEVANTES SE ENCONTRAR SOLUÇÕES PARA CADA CASO:

1- Qual seria a formação ideal do educador para trabalhar com a pré-escola?


2- Será que a criança que está na fase do pré-escolar com idade de 3 a 6 anos,
desenvolveria a criatividade de forma suficiente, sem o lúdico, o jogo e a
brincadeira?


3- Como o educador do ensino pré-escolar relaciona suas atividades diárias no
processo ensino-aprendizagem de acordo com as exigências dos PCN’s ?


4- Em que medida é possível desenvolver uma estratégia de ensino que ao mesmo
tempo motive a criança e estimule processos cognitivos facilitadores da
aprendizagem?


5- Diante das exigências da Nova Lei de Diretrizes e Bases da Educação de Nº
9394/96 e o surgimento de novas tecnologias o educador é mais importante do que
nunca no processo de aprendizagem. Sendo assim que desafios o educador
enfrentará neste novo século?.

METODOLOGIA NA PRÉ-ESCOLA x NOVA LEI DE DIRETRIZES E BASE(LDB) DE Nº 9394/96 x PARÂMETROS CURRICULARES NACIONAIS(PCN's)

-Uma metodologia adequada e coerente a formação da criança, facilitando a aprendizagem, assim como as orientações didáticas são fatores decisivos para que o relacionamento professor e aluno seja aproximado, beneficiando portanto o processo ensino-aprendizagem e, finalmente, permitindo atingir o objetivo principal que é o desenvolvimento harmônico e integral da criança na pré-escola.

-Metodologias motivadoras que contribuam com o ato de brincar e no desenvolvimento da criança na fase do pré-escolar. Pois, muitas vezes o educador desconhece a real importância do lúdico para a aprendizagem da criança e na maioria das vezes não sabe como implementá-lo adequadamente às suas atividades.

-Metodologias Motivadoras  na tentativa de propiciar aos educadores a oportunidade de tomarem conhecimento da importância de como trabalhar o lúdico na pré-escola.
Acreditamos assim, que a atividade lúdica infantil deve ser encarada.


-Refletir sobre metodologias desenvolvidas durante a prática pedagógica  do Educador no contexto da Educação Infantil, na pré-escola , onde as recentes conquistas ocorridas no Brasil no campo da Educação Infantil outorgou na nova Lei de Diretrizes e Bases – LDB de nº 9394/96, a qual relata que, a Educação Infantil, primeira etapa da educação básica, tem como finalidade o desenvolvimento integral da criança até seis anos de idade, em seus aspectos físico, psicológico, intelectual e social, complementando a ação da família e da comunidade.

-Os Parâmetros Curriculares Nacionais –PCN’s, documento oficial elaborado pelo Ministério da Educação e Desportos, constituem um conjunto de referências e orientações pedagógicas, que visem a contribuir com a implantação ou execução de práticas educativas de qualidade que
possam promover e ampliar as condições necessárias para o exercício da cidadania das crianças brasileiras.


-Os PCN’s apresentam uma proposta pedagógica consistente, com objetivos, conteúdos e metodologias apropriadas para serem trabalhados na Educação pré-escolar. Os PCN’s enfatizam três eixos norteadores que são: o cuidar, o educar e o brincaro que possibilita melhor compreensão a respeito da temática PRÉ-ESCOLA X EDUCADOR X METODOLOGIAS USADAS DURANTE A PRÁTICA PEDAGÓGICA!

-Desenvolvimento das práticas pedagógicas, que faz uma relação teórico-prática,
pois a teoria e a prática encontram-se em indissolúvel unidade, possibilitando maior
envolvimento da criança com a área educacional, buscando uma melhor formação
biopsicosocial e cultural.

LUDICIDADE NO DESENVOLVIMENTO E APRENDIZADO DA CRIANÇA NA ESCOLA

A LUDICIDADE NO DESENVOLVIMENTO E APRENDIZADO DA CRIANÇA NA ESCOLA:REFLEXÕES SOBRE EDUCAÇÃO FÍSICA,JOGO E INTELIGÊNCIAS MÚLTIPLAS.

http://www.efdeportes.com/efd119/a-ludicidade-no-desenvolvimento-e-aprendizado-da-crianca-na-escola.htm



A Atividade lúdica, representada por jogos e brincadeiras, pode desenvolver o aprendizado da criança dentro da sala de aula: o lúdico se apresenta como uma ferramenta de ensino para o desempenho e desenvolvimento integral dos alunos, com o auxilio da educação física (EF). 

O jogo na escola traz benefícios a todas as crianças, proporcionando momentos únicos de alegria, diversão, comprometimento com o aprender e responsabilidade.

A ludicidade é uma necessidade na vida do ser humano em todas as idades; e não deve ser vista apenas como diversão ou momentos de prazer, mas momentos de desenvolver a criatividade, a socialização com o próximo, o raciocínio, a coordenação motora, os domínios cognitivos, afetivos e psicomotores. 

Assim sendo, as aulas de EF não precisam ser desenvolvidas somente na quadra, mas dentro da sala de aula, no aprendizado integrado às outras disciplinas. 


Usar a interdisciplinaridade é possível na EF, os professores podem trabalhar a prática com a teoria, desenvolvendo as inteligências múltiplas e a participação efetiva dos alunos no processo pedagógico.

A ludicidade apresenta benefícios para o desenvolvimento da criança: a vontade da criança em aprender cresce, seu interesse aumenta, pois desta maneira ela realmente aprende o que lhe está sendo ensinado.

EDUCAÇÃO FÍSICA= CORPO+MENTE=AÇÃO+COMPREENSÃO=CONHECIMENTO=DISCIPLINA QUE DESENVOLVE A COGNIÇÃO, AO INVÉS DE AUXILIAR PARA O DESENVOLVIMENTO DA COGNIÇÃO DE OUTRAS DISCIPLINAS!

A IMPORTÂNCIA DE DEMONSTRAR AS RELAÇÕES ENTRE OS CONTEÚDOS DAS DISCIPLINA "EDUCAÇÃO FÍSICA" E OS DAS "DEMAIS DISCIPLINAS" RESIDE, NÃO NA SUA IMPORTÂNCIA COMO MEIO AUXILIAR DAS OUTRAS,MAS NA IDENTIFICAÇÃO DE PONTOS COMUNS DO CONHECIMENTO E NA DEPENDÊNCIA QUE O CORPO E MENTE, AÇÃO E COMPREENSÃO, POSSUEM ENTRE SI.

É PRECISO DESCARACTERIZAR O VALOR UTILITÁRIO DA EDUCAÇÃO FÍSICA.

ESTA NÃO PODE JUSTIFICAR SUA EXISTÊNCIA COM BASE NA POSSIBILIDADE DE "AUXILIAR" O APRENDIZADO DOS CONTEÚDOS DE OUTRAS MATÉRIAS:
EX: QUEM FAZ EDUCAÇÃO FÍSICA APRENDE MATEMÁTICA COM MAIOR FACILIDADE!(ERRADO!) 

"CORRETO DIZER E ENTENDER QUE: " ATÉ SERIA DESEJÁVEL SE ASSIM FOSSE, MAS QUE NÃO SEJA QUE POR ESSA FINALIDADEQUE A DISCIPLINA EDUCAÇÃO FÍSICA SE FAÇA PRESENTE NA ESCOLA. PELO CONTRÁRIO, MESMO CONSCIENTIZANDO-SE SOBRE A INTERDISCIPLINARIDADE UM COMPONENTE INDISPENSÁVEL AO ENSINO, A EDUCAÇÃO FÍSICA DEVE SE JUSTIFICAR POR SI MESMA, PELO CONTEÚDO QUE DESENVOLVE NA ESCOLA, VISTO QUE MAIS ADIANTE,PODEREMOS VER ATIVIDADES QUE COMPROVAM QUE ELA POR SI DESENVOLVE A COGNIÇÃO OU ENTENDIMENTO SOBRE DIVERSAS MATÉRIAS DADAS PELAS OUTRAS DISCIPLINAS...PORTANTO ELA NÃO AUXILIA E SIM DESENVOLVE!!!

segunda-feira, 17 de outubro de 2011

EDUCAÇÃO FÍSICA E INTERDISCIPLINARIDADE

LIVRO:http://www.submarino.com.br/produto/1/21478714/educacao+fisica+-+interdisciplinaridade+aprendizagem+e+inclusao

http://www.webartigos.com/artigos/educacao-fisica-e-interdisciplinaridade-no-ensino-fundamental/3045/
 
Muito se tem falado sobre a contribuição da interdisciplinaridade na ciência e na educação. No campo do ensino, constitui condição para a melhoria da qualidade mediante a superação contínua de sua já clássica fragmentação, uma vez que orienta a formação global do homem. Essa formação integral ocorre na medida em que os educadores estabelecem o diálogo entre suas disciplinas, eliminando barreiras artificialmente postas entre os conhecimentos produzidos e promovem a integração entre o conhecimento e a realidade concreta, as expressões da vida, que sempre dizem respeito a todas as áreas do conhecimento.


Acreditamos que as atividades propostas pela Educação Física Escolar além de aprimorar e melhorar os movimentos desenvolve o bem estar geral e preparam também para uma melhor convivência social, política, biológica e ecológica, assim, de uma forma prazerosa, e vinculando a experiência prática aos aspectos corporais estará contribuindo para o processo de aprendizagem e inclusão escolar.

Aprender a movimentar-se implica planejar, experimentar, avaliar, optar entre alternativas, coordenar ações do corpo com objetos no tempo e no espaço, interagir com outras pessoas, enfim, uma série de procedimentos cognitivos que devem ser favorecidos e considerados na construção do conhecimento.


O pensamento interdisciplinar na Educação Física sugere relacionar a aprendizagem escolar com o processo de desenvolvimento motor da criança. Acredita que a chave de toda educação e aprendizagem está no domínio do Esquema Corporal corresponde à organização psicomotora global. Compreendendo todos os mecanismos e processo nos níveis motores, tônicos, perceptivos, sensoriais e expressivos da criança.


O papel da Educação Física sob esta ótica, adquire a função de instrumento facilitador quando na prática, demonstra o sentido, o significado concreto, a intenção e aplicabilidade dos conteúdos adquiridos em sala de aula na teoria. Transcendendo para a vida em sociedade. A atividade motora é um meio de adaptação, de transformação e de relacionamento com o mundo, dessa forma é que se percebe a teia de relações que a Educação Física esta inserida e as conexões estabelecidas com as demais áreas do conhecimento.


No esporte a criança está em constante contato com a matemática, seja para contar pontos, dividir times, ler tabelas, construir gráficos, estudar linhas de marcação das quadras e também com ciências ao conhecer seu próprio corpo, suas partes e o funcionamento do seu organismo de um modo geral. Enfim, muitos pontos podem ser encontrados com todas as áreas e assim obter resultados positivos na aprendizagem.


O esporte, pela atividade coletiva, é um meio de socialização muito grande, desenvolve a consciência comunitária, a cooperação e a participação. Se ministrado sob a forma de treinamento de habilidades e competências individuais, respeitando a diversidade e as diferenças, passa a ter fundamental importância na inclusão escolar e também social. Deve ter a finalidade de dar oportunidade, de formar para a cidadania e apoiar-se no princípio da busca de superações, qualidade de vida e oportunidade para todos.

QUANDO A CRIANÇA LÊ, ESCREVE OU CALCULA, MOBILIZA AS NOÇÕES LÓGICAS DE PENSAMENTO, COMO CLASSIFICAÇÃO, SERIAÇÃO E CONSERVAÇÃO. SE NA SALA DE  AULA TRABALHA-SE COM ESSAS NOÇÕES  , A EDUCAÇÃO FÍSICA, DEPENDENDO DE COMO SEJA ORIENTADA, TRABALHA EM PARTE COM ESSAS NOÇÕES  E EM PARTE COM AS NOÇÕES INFRALÓGICAS COMO ESPAÇO E TEMPO  OU AINDA MAIS DIRETAMENTE COM A INTELIGÊNCIA SENSÓRIO-MOTORA(AS COORDENAÇÕES MOTORAS). É DESSAS DUAS ÚLTIMAS NOÇÕES QUE  QUE PROVÊM AS NOÇÕES DO PENSAMENTO!


NOÇÕES DO PENSAMENTO FORMA-SE ATRAVÉS DE ATIVIDADES QUE INCLUEM EM SEU CONTEXTO:


-SERIAÇÃO, CLASSIFICAÇÃO, CONSERVAÇÃO


-ESPAÇO-TEMPO


-COORDENAÇÕES MOTORAS OU SENSÓRIO-MOTORAS (PSICOMOTRICIDADE, LATERALIDADE....)

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